sábado, abril 18, 2009

Amanhecer CLXVI


Há sempre uma flor que me surpreende.

É o caso desta, que eu sei que não é, mas - por teimosia - insisto em classificar como Jacinto. Já me disseram o nome da flor, duas ou três vezes, mas esqueci-me, não há maneira.

Enfim, são fenómenos esquisitos que ocorrem na nossa memória - embirramos com uma coisa, uma ideia, uma palavra... e pronto.

Não importa, o que eu queria dizer é que estas flores, no meu quintal na Praia-das-Maçãs, crescem poucochinho e devagar mas com um cheirinho doce. As minhas, são umas florzecas, comparadas com estas (Algarvias) da fotografia, superdesenvolvidas mas sem aquele cheirinho. Coisas do clima ou maquinação genética?

2 comentários:

Maria disse...

Bicho:
Acho que se chamam "Coroas Imperiais". Os Jacintos (flores), são azuis.
Depois há o "Jacinto Galeão" personagem principal de "A Cidade e as Serras", do Eça de Queiroz.
Não me venhas com a conversa da alinea F, porque este era obrigatório, no 2º Ciclo, onde não havia alineas.
Beijo

O Bicho disse...

Nada, nada, Maria.
Não, no meu liceu só eram obrigatóriom o "Auto da Alma" o "Frei Luis de Sousa" e "Os Lusíadas".
O resto eram apenas excertos de obras coligidos na "Selecta Literária".
Mas, nem mesmo assim eu teria lido coisas d'Eças.

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