domingo, março 29, 2009

a Poesia que faltava

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1 - porque captei esta imagem de Primavera,
lembrei-me de uma poesia mais ou menos bucólica;
2 - porque hoje é Domingo, dia de ir à Missa,
lembrei-me da poesia de um Pároco;
3 - porque a "Maria dos Alcatruzes" escreveu de Amarante,
lembrei-me da poesia do Abade de Jazente:

A Manhã fresca está, sereno o vento,
O monte verde, o rio transparente,
O bosque ameno; e o prado florescente
Fragâncias exalando cento a cento.
..

(1º quadra de um soneto de Paulino Cabral)

1 comentário:

Maria disse...

Aqui vai o resto do soneto.

O Peixe, a Ave, o Bruto, o branco Armento,
Tudo se alegra; e até sair a gente
Dos rústicos casais se vê contente,
E discorrer com vário movimento.

Este cava, outro ceifa e aquele o gado
Traz no campo a pastar de posto em posto;
Outro pega na fouce, outro no arado.

Tudo alegre se mostra: e só disposto
Tem contra mim o indispensável fado,
Que em nada encontre alívio, em nada gosto

É lindo, não é Bicho?

Pouco conhecido, pouco lido, mas eu gosto, tu gostas e, alguns mais gostarão.
Beijo

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