terça-feira, dezembro 18, 2007

a Fonte 184


Fonte e Capela da Senhora, no Monte do Faro.
Local de extraordinária beleza paisagística, de onde, em dias claros e com pouca humidade, a vista alcança o vale do Rio Minho, desde Valença/Tuy até quase à foz, em Caminha/La Guardia.

Eis a Fonte dos mais profundos receios, dúvidas e incertezas que povoam a minha mente, desde há muito tempo - princípio dos anos 80.
Está aqui, a Fonte da grandecíssima angústia existencial que me atormenta, que me apoquenta, desde então, cada vez mais intensamente, ao ponto de hoje patrocinar quase todos os meus pesadelos.
Coisas do espírito que, inexplicavelmente, afectam a minha existência física. Se é que, ainda, existo?
Irracional, tudo isto? Talvez... mas, apesar de tudo, há (sempre) uma explicação, que eu posso dar.

Talvez eu consiga, escrever alguma coisa acerca do assunto, no próximo ano, quando (ou se) voltar da viagem no tempo (aos anos 60 do Século XX) e no espaço, que vou fazer em breve.
Faltam apenas três dias, para o "Amanhecer XCVII" noutro Continente, onde dizem, se localizava a Atlântida.

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