segunda-feira, dezembro 17, 2007

a Fonte 183


Como já não interessam ninguém, os monólogos aqui do Fotociclista, tanto faz eu publicar um "post"


.. onde embrulho em palavras esquisitas e caras, algumas ideias quase sempre banais, atribuindo-lhes uma forma mais ou menos rebuscada só para exercitar a inteligência, e por vezes, dar que pensar ao leitor mais atento;
.. ou onde me dá gozo, é giro, abordar sem preconceitos uma das muitas teorias, quase sempre mal explicadas pelos sociólogos e desenvolver à volta do tema alguns conceitos sem sentido e sem preocupação de ser ou não entendido;
.. tanto me faz, sociologia ou filosofia, coisas sociais ou metafísicas, é igual ao litro - muitas das vezes, nem eu entendo quando me dá para dissertar - acontece-me o mesmo que ao homenzinho que foi dar uma palestra sobre Os Malefícios do Tabaco, por encomenda da sua esposa - digo tudo menos o que era suposto dizer.

Por isso, por aquilo e por aqueloutro, aqui vai mais uma fonte. Tala é o nome da aldeia, que se orgulha desta bela obra de arquitectura popular e urbana, cuja finalidade parece óbvia, mas não é tanto assim:
Seria para abastecer de água os vizinhos, ou spara servir de suporte às sobras de azulejos da construção da moradia de um qualquer freguês (habitante da freguesia) mais abastado, ou para suportar os diversos letreiros que nela se encontram pegados - como por exemplo o tradicional - LAVAGENS PROIBIDAS.
Ora toma!

2 comentários:

Carla D'elvas disse...

Ando a lêr-teeeeee!!!
O puto, da foto (aqui em baixo!), é giro.
Beijoka :)

Sendyourlove disse...

e eu tb...e gosto de ir á Tala comer cozido...humm

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