quarta-feira, março 07, 2007

faz-de-conta


Nosso tempo, um espaço de vida faz-de-conta.
Uma grande vontade de não fazer nada.
Ou a falta de vontade para fazer alguma coisa.
Nem mesmo o que parece ser mais necessário,
imperioso, urgente, fazer... o quê?

Muita dedicação ao supérfluo, acessório.
Princípio gerador de felicidade efémera,
alimento de uma alegria superficial.

Não temos medo do fim, apenas receio,
do que poderá estar para além do fim;
ninguém ainda disse ao certo o que é;
sabe-se lá.
E depois do fim, tudo continua na mesma,
para aqueles que ficam... temporariamente.

1 comentário:

Carla D'elvas disse...

é impossivel dar a volta ao destino .
a vida é uma peça de teatro, onde n são permitidos ensaios :)
sorriso na boca e coração aberto, faz milagres!
no fundo a vida é aquilo q recordamos... as grnds historias q vivemos, ou aquelas em q n tivemos medo de entrar...
n tenho medo do fim.
acredito q é bom... afinal, ninguém voltou de lá, p me contar como é ;)

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