segunda-feira, março 10, 2008

Poesia da treta

AUMENTAR
Há um caderno e uma caneta,
que levo comigo a todo o lado,
para quando me sinto inspirado,
escrever meus poemas da treta.

Às vezes parece que sou poeta,
ao fazer rimas todo o santo dia.
Mas isso não passa duma mania.
Eu gosto é de andar de bicicleta!

Porém, hoje está de chuva, faz frio.
Eu, neste dia invernoso desgraçado,
Fico por aqui, ao computdor sentado.
Não posso ir pedalar pela beira-rio.


(Lisboa, Março 2008)

1 comentário:

António Pinheiro disse...

quando a chuva cair
e as rodasficarem quedas
deixa a poesia fluir
escreve sobre as veredas
que sobes de guiador
que desces sobre o selim
e pedala com fervor
escrevendo palavras assim

Cumprimentos

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