Para não ir mais longe,
hoje ficamos aqui por Lisboa,
no Jardim do Príncipe Real,
com outra face de uma fonte
(obra de ferro forjado,
ou será bronze?)
já publicada aqui "a fonte 560".
Em noite de Carnaval,
havia em Castedo, um costume curioso. Era o das pulhas ou casamentos:
Homens munidos de grandes funis colocavam-se em morros fronteiros da aldeia e dali anunciavam, uns para os outros, casamentos de pessoas que muito bem entendiam, intrometendo-se frequentemente na vida privada.
Ultimamente as pulhas são “deitadas” cada vez menos, tendo praticamente desaparecido.
Um dos Miradouros de Castedo do Douro, Alijó
Fábrica da Água do Porto Santo Em 1906 começou a funcionar uma fábrica rudimentar (com máquinas a vapor) de engarrafamento da água da Fontin...