segunda-feira, outubro 16, 2006

a Fome



Rap Alentejano

É uma historia pequenina, é um conto que só eu sei
Chateei-me com a Balbina, ai que fome que eu passei
É daquelas que um home não tem nada p'ra esconder
Levanto-me sempre com fome, só me apetece comer
Apanhei uma bebedeira, fui p'ra casa "vezes dois"
Nã gostou da brincadeira, pôs-me a dormir com os bois
Mas ainda antes disso, aturei-lhe a arrelia
Fugi eu com o chouriço, e com a barriga vazia.

(Quim Tonho)

Sem comentários:

Outros Tempos

Miradouro do Mindelo, Praia das Maçãs “Diante da vastidão do tempo e da imensidão do espaço  é uma alegria para mim partilhar uma época e u...