sexta-feira, setembro 24, 2010

abre a porta



disseram-me um dia,
«não vale a pena desistires disto, assim sem mais nem menos;
não vale a pena dizeres que já não gostas de escrever aqui;
não vale a pena fingires que este blog não tem importância para ti;
não vale a pena sentires que aquilo que escreves representa tão somente uma infinitésima parte das tantas e tantas coisas (boas ou más, feias ou bonitas, interessantes ou insípidas, com ou sem graça) que muita gente, por todo o mundo, publica para todo o mundo ver;
não vale a pena pensar mais nisso;


assim sendo, ABRE A PORTA e DEIXA SAIR A IMAGINAÇÃO para CRIAR qualquer COISA que SE VEJA, que SE LEIA e principalmente, que SE SINTA.»

Aquele abraço,
de um amigo

3 comentários:

Anónimo disse...

Há sempre alguém do outro lado,
que recebe as nossas reflexões,
que se distrai a imaginar o
desconhecido. Palavras ou imagens
sem rosto.
Porta nº 1 de uma rua qualquer.
M.Júlia

O Bicho disse...

Já agora esclareço que esta Porta nº 1 fica num largo e miradouro bem lá no alto do Castelo de Marvão, Alentejo.

fatmagülün suçu ne disse...

Thank you

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