segunda-feira, março 20, 2006

a ferrugem


Não consigo escrever. Na cabeça tenho montes de imagens. Sobreposições de fotografias. Algumas que foram captadas e fixadas em filme negativo, reveladas e passadas ao papel. Outras que nunca deixaram de ser imagens reais, de coisas, de lugares, de olhares.
Uma imagem fugaz - o tempo. A transformção das coisas físicas que é levada a cabo por forças invisíveis, essencialmente químicas.

2 comentários:

Anónimo disse...

Desgastas o teu subconsciente a reter e a reviver os negativos dessas imagens que já não são aquilo que eram,a realidade é por vezes cruel quando encontramos alguém que já não tem senão beleza interior,sendo esta a mais pura porque será que o ser humano gosta mais da beleza exterior?O que será a mente de um ser ascoroso?De certeza igual a seres belos,ou ainda mais férteis e de grande qualidade.Estou a ficar como tu sem palavras,tenho os meus miolos todos lixados,e tu é que tens a culpa com estes teus blogs, a mostrar esses medos,esses frios mentais,e outras coisas mais.Chau ja são 2,13 e acho que já não sei o que digo,srá que isto é escrita perdida?não deves de ler nem metade!Pois que é raro fazeres comentários. Chau vou para cama ver se arranjo sono para sonhar com coisas boas da Maria maluca

O Bicho disse...

Leio sim, Maria. Leio todos os comentários, grandes pequenos, bem ou mal escritos, a dizer mal ou a dizer bem, ou até mesmo a dizer nada.
Mas leio todos - eles são automaticamente reenviados para uma das minhas contas de mail (caixa de correio "lumagoma") e eu sou avisado sempre que alguem escreve.
Não tenho respondido porque actualmenete tenho alguns problemas de comunicção por resolver.

Amanhecer DLVIII

COVILHÃ Correndo pelo vale do alto Zêzere Já chegámos? O quê! Ainda não? Então vou dormir mais um bocadinho...