sábado, julho 13, 2019

Amanhecer DCLXXX


Parque das Nações, Lisboa

Na Gare do Oriente, de partida para outra viagem.
Dou comigo admirar o legado da "Expo98" - extraordinários projectos de arquitectura concebidos e realizados para o grande evento internacional que foi a Exposição Mundial de 1998, em Lisboa.


sexta-feira, julho 12, 2019

Arcos

Évora

Constato a existência de arcos como estes em diversas ruelas da cidade capital do Alto Alentejo.
Pormenores de arquitectura civil - para que servem?
Sustentação e separação, ou ligação das empenas dos edifícios?
Ou simplesmente e apenas una forma decorativa...


quinta-feira, julho 11, 2019

Barrancos DOP


Barrancos, Alentejo
A Cruz de Aviz, gravada a fogo no couro do presunto, garante que o produto cumpriu todas as fases de produção do Presunto de Barrancos DOP, cuja qualidade é há muito reconhecida, e que beneficia do estatuto "Denominação de Origem Protegida".
Ora aqui está uma coisa que a gente não sabia antes de aqui ter estado, no festival da Capital do Presunto alentejano.

quarta-feira, julho 10, 2019

Cataventos


Barrancos, Alentejo

Eu tenho visto trabalhos interessantes,
nestes artefactos (mais decorativos do que utilitários) nas torres e chaminés do Alentejo.




terça-feira, julho 09, 2019

Fronteiras do Ardila


Rio Ardila, Alentejo
A meio caminho entre Barrancos e Amareleja, atravessamos este manso rio.
Aqui ele é fronteira natural que separa o Baixo e o Alto Alentejo - o distrito de Beja na margem esquerda e o de Évora na margem direita.
Além ao fundo, por detrás daqueles montes, o mesmo rio Ardila percorre a agreste paisagem, desenhando sinuosamente a fronteira entre Portugal e Espanha.

segunda-feira, julho 08, 2019

Gloterando ou badalando


Barrancos, Alentejo
Gloterar - som produzido pelo bater do bico das cegonhas. Não é um som vocal, como se poderia inflectir da palavra "glote".

Badalar - tocar um sino que está fixo, batendo nele com o badalo suspenso no seu interior, puxando uma corda.
Pois bem, não ouvi o badalar do sino do relógio marcando as 5 horas da tarde, ouvi isso sim, nitidamente o gloterar da cegonha que construiu a sua morada nesta torre - é como se o relógio tivesse um enorme cuco.




domingo, julho 07, 2019

A Fonte 740


Igreja Paroquial de Barrancos

No interior da igreja setecentista dedicada a Nossa Senhora da Conceição,
pode ver-se este curioso painel de azulejo na parede sobre a "pia" de água benta.
A tradução é: "ÁGUA BENTA É PARA NÓS SALVAÇÃO E VIDA".


sábado, julho 06, 2019

Amanhecer DCLXXIX


Praça do Giraldo, Évora

O meu passeio matinal pelas ruas (ruelas, calçadas, praças, etc.) dentro das muralhas da velha cidade património mundial da Unesco, pode-se dizer que se tornou um vício.
Passaram 50 anos, desde a minha primeira estadia - não voluntária, forçada, pela minha condição de miliciano do exército português - em 1969, era ainda tempo da guerra.
Apesar de tudo, nunca me farto desta terra...





quinta-feira, julho 04, 2019

Entrada de Lisboa



Aqueduto das Águas Livres (Campolide, Lisboa)

Enquanto esperava o comboio para o Sul, deu-me para imaginar o tempo em que o passadiço do aqueduto aqui por cima era o caminho ideal para atravessar o fundo vale de Alcântara, por quem entrava em Lisboa, vindo da região saloia, Sintra e arredores.
Assim foi até meados do século XIX, quando foi decidido encerrar a passagem a fim de pôr cobro a uma inusitada onda de "suicídios" - mais de 70 - que ali ocorreram em três anos.
Descobriu-se depois que havia um culpado desses "suicídios". Era Diogo Alves (o mais terrível assassino de Lisboa) que usando chaves falsas, se movimentava discretamente pelo interior das galerias do aqueduto, de forma a surpreender as suas vítimas, as quais, depois roubadas eram lançadas do topo do grandes arcos para baixo - deste modo não haveria testemunhas e as autoridades pensavam tratar-se de suicídios.
A história (estive a ler) deste "serial killer" Galego é deveras impressionante.


quarta-feira, julho 03, 2019

Farto de praia


Praia das Maçãs, Sintra

Tenho saudades do outro Portugal, o interior, o mais verde,
o que tem outros cheiros que não o das algas e do mar salgado...

É hora de viajar!



terça-feira, julho 02, 2019

Pequenas Bonitas


Praia Pequena, Sintra
Bem bonita, a "pequena camone", enfiada dentro do justinho fato de "surf", caminhando acelerada pela rampa de terra batida de acesso à praia.
Deixou a "camping car" estacionada no caminho junto à falésia, e lá vai ela, com a prancha debaixo do braço, chinelando e acenando entusiasmada em direcção ao areal e ao mar, lá em baixo.
Bem bonita, a "pequena praia", coberta de areia fina e limpa que esconde completamente todas as rochas - com areal assim, a pequena parece grande - fazendo lembrar tempos áureos em que a praia tinha o seu restaurante-esplanada encostado à falésia.
Quem diria que este ano o mar se encarregou de transportar para aqui, uma parte do areal da Praia das Maçãs, que agora tem montes de pedregulhos à vista, na orla marítima.



Amanhecer DCLXXX

Parque das Nações, Lisboa Na Gare do Oriente, de partida para outra viagem. Dou comigo admirar o legado da "Expo98" - extrao...