terça-feira, março 31, 2009

Os Meninos



Évora
Capital do Alto Alentejo, cidade património da humanidade.

Os "Meninos da Graça", são quatro curiosas figuras de Atlantes - estes dois (no lado esquerdo) e mais outros dois (no lado direito) que animam de maneira especial o frontão da Igreja da Graça.
Quanto ao aspecto, de meninos não têm nada.
E também não tem graça nenhuma, é o facto de este monumento nacional estar a "cair aos bocados", desde há anos, segundo percebi, desde que "entrou para a tropa", isto é, foi integrado juntamente com o Convento da Graça, no património militar.

segunda-feira, março 30, 2009

a fonte 360


Uma das minas de água doce que fornecia o sistema de regadio do extenso pomar da antiga "Quinta da Graça", nos baixios do Vale do Jamor, na Cruz Quebrada.

«(...) digna desse nome pela formosura do palácio, um dos mais ricos dos arredores de Lisboa, e beleza da quinta, de bons arvoredos, jardim, estufa, lagos, pomares, tudo tratado com exemplar esmero...»
O palácio, quinta e terrenos envolventes foram expropriados em 1930, para a construção do Estádio Nacional.
Após um violento incêndio, em 1993, veio a ficar em situação de abandono (património? do Instituto do Desporto Português ou da Faculdade de Motricidade Humana) até hoje, em completa ruína.

domingo, março 29, 2009

a Poesia que faltava

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1 - porque captei esta imagem de Primavera,
lembrei-me de uma poesia mais ou menos bucólica;
2 - porque hoje é Domingo, dia de ir à Missa,
lembrei-me da poesia de um Pároco;
3 - porque a "Maria dos Alcatruzes" escreveu de Amarante,
lembrei-me da poesia do Abade de Jazente:

A Manhã fresca está, sereno o vento,
O monte verde, o rio transparente,
O bosque ameno; e o prado florescente
Fragâncias exalando cento a cento.
..

(1º quadra de um soneto de Paulino Cabral)

quinta-feira, março 26, 2009

a fonte 359

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Hoje, porque é quinta-feira, o meu dia... que como esta fonte, também não tem interesse nenhum, mas que foi, em tempos (que já lá vão), a Fonte Santa de Caneças.

quarta-feira, março 25, 2009

Amor em Portugal (9)


Amor pelo Ar Livre.
Amor pela Liberdade.
Amor pelo Ar Puro.

À hora em que publico isto, estão a passar em todos os Noticiários da Manhã da TV, as habituais informações do estado do trânsito automóvel nos acessos às grandes cidades - em todos os canais, as imagens e os comentários são os mesmos - uma grande porcaria, uma trampa!
Qualidade de vida..?

segunda-feira, março 23, 2009

a fonte 357


De quando em vez (que é o mesmo que dizer, "de vez em quando"?) é bom matar saudades numa passagem, ainda que breve, pela Baixa de Lisboa.
Aqui fica a imagem de um desses momentos, na qual faço notar uma coisa que nunca tinha reparado até hoje - será possível(?) que eu nunca tenha percebido que neste chafariz, ao contrário do que é vulgar, a água jorra do topo, isto é, de cima para baixo.

domingo, março 22, 2009

a Ressaca


"Coisas da Colecção Berardo"
Grande ressaca que deve ter sido a da Joana Vasconcelos depois de esvaziar as Garrafas de Vinho que usou para fazer esta Escultura com 7 metros e tal de altura - "O NECTAR", foi o nome que a autora chamou a esta coisa.

sábado, março 21, 2009

a fonte 356


Esta "bomba" de dois êmbolos, servia para dar de beber aos "cavalos-vapor" das locomotivas que circulavam no Ramal de Mora.

sexta-feira, março 20, 2009

Mal da Primavera


Pingando do nariz,
como um pobre sem tecto, infeliz,
tosse seca, persistente,
fruto de um pulmão incompetente,
respiração difícil, cansaço,
viver assim comigo, é um embaraço,
sonhos inquietantes,
pensamentos recidivantes,

tristeza, desilusão e monotonia,
febrezinha chata, sempre a moer,
melancolia, em italiano malencolia,
não sei mais como explicar,
nem sequer alguém saberia entender,
mesmo que eu conseguisse lá chegar,
são maiores os perigos da idade,
não vai mudar nada, só desgosto,
porque não tenho mais vontade,
mas vou continuar no meu posto.

quinta-feira, março 19, 2009

a fonte 355


Esqueci-me!

Do nome da fonte...
Do que está escrito na placa de mármore...
Do nome da rua, que é uma entrada Sul da cidade...
Do facto de ter ou não ter água corrente...

Da cidade... isso não me esqueço nunca - «Évora tem lugar especial no meu coração.»

a ver navios 68

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- Porque é que me sinto indecentemente infeliz?
Porque estou a trabalhar há um mês e meio...

E ainda dizem que trabalhar faz bem.!?
- Que é bom para manter o espírito activo.
- Que é preciso ter compromissos para não cair na monotonia, na inutilidade de vida.
- Que faz bem a gente saber que somos parte da camada produtiva de cidadãos que polulam por esta nossa terrinha.
- Que faz falta ter uma ocupação para além do comer, beber e passear, normal no dia-a-dia de qualquer médio-pequeno-burguês da Europa Ocidental.
- Que é útil, ocupar o nosso tempo pessoal (que nos foi dado ao nascer, atribuido, estipulado no momento preciso de entrar neste mundo imundo), convivendo com uma maioria de Portugueses que estão convencidos que contribuem para o desenvolvimento do País, para dar um melhor futuro aos seus filhos, vendendo algum do seu tempo livre, ao serviço de um empreendimento, isto é, de uma qualquer empresa.

- Cada dia que passa, grande merda, me sinto mais afastado do comum... da ordem do dia.

quarta-feira, março 18, 2009

Amor em Portugal (8)

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O DINHEIRO DA INFELICIDADE

Um casal de namorados de Barcelos, desavindos, digladiam-se em tribunal, há dois anos, por um prémio do Euromilhões.
A verba, de 15 MILHÕES DE EUROS, em vez de estar a ser utilizada para viver faustosamente, está bloqueada numa conta comum, por ordem do Tribunal, porque os dois namorados, ambos de 22 anos, não se entendem quanto à propriedade legítima do dinheiro.

Terminou o namoro e a discussão passou a:
- Afinal de quem é o dinheiro?
De quem registou o boletim?
De quem o encomendou?
Ou de quem escolheu os números?
- E afinal, quem o registou?
Conhecidos da rapariga dizem que foi ela, amigos do rapaz dizem que foi ele.

Podiam ter uma vida milionária, mas... eis como o dinheiro pode mudar a vida das pessoas para pior.
Comenta uma vizinha: «O dinheiro é como o diabo que se mete no corpo. Se não fosse o Euromilhões, estavam casados e felizes!»

domingo, março 15, 2009

a fonte 353

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Rogel - uma aldeia no concelho de Mafra.
Pela coloração castanho-ocre da fonte, dá ideia que a água deve ser bastante férrea, mas ainda assim a água desta fonte de Santo António, pode-se beber.

Amor em Portugal (7)



...e as Gaivotas também!

Deixa-me que te diga
Não estás bem assim

Minha querida amiga
Chega-te mais a mim


sexta-feira, março 13, 2009

A Infusa

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Mãe Infusa

Ainda estão por dizer
as púdicas confidências
do tempo em que era possível
ouvir as hortênsias.

No quintal de incontinente
o maracujá enlanguescia
e pedra a pedra se reconstruía
a casa infinitamente.

Teu rosto ainda não vagueava
na noite fria do retrato.
Em que desmemoriada candeia
derramaste oh mãe o azeite intacto?


(Natalia Correia, 1966)

quinta-feira, março 12, 2009

a fonte 352

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Já que andamos a pensar em navios,
aqui está uma das tais fontes-lavadouro (mais uma obra pública típica da região Saloia) que encontrei próximo de "St. Estêvão das Galés" - freguesia do concelho de Mafra.

a ver navios 67

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O Fotociclista, literalmente, "apanhado a ver navios", no estaleiro.

Não fora o caso de eu me sentir enjoado, quando estou muito tempo a bordo de um barco parado e a solução ideal para a minha futura casa, seria um destes "barquitos".

Quando era novo, antes de assentar num emprego fixo, pensava sempre nas hipóteses de vir a ser camionista ou marinheiro - até me inscrevi na Escola Naval antes de ser chamado para a tropa.

E depois... a vida dá muitas voltas, mas ainda hoje gosto de estar à beira do Tejo - espreitando por entre as rimas de contentores - a ver o movimento dos barcos.
E sempre que tenho umas horas livres, respondendo ao ancestral apelo à navegação, lá vou eu, dar um passeio até à "Outra Banda", ida-e-volta num Cacilheiro.

quarta-feira, março 11, 2009

O Amor em Portugal (6)

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Começou a época do acasalamento da passarada.

Em terra, no ar e até no mar,
podemos observar algumas curiosas exibições machistas.
Foi o caso, deste casal de Cagarras, apanhados em flagrante.

a fonte 351


Mais ou menos aos 20 kms de pista, surge enfim uma "mina" e aproveitamos para uma refrescante pausa na excursão.

É uma nascente natural de água cuja pureza, infelizmente, não temos garantias, depois da catástrofe desencadeada pelos antigos donos da Mina de S. Domingos, os queridos amigos ingleses.
Ao abandonar a exploração, os "fdp fizeram o favor de deixar" inundar todas as galerias da mina, para impossibilitar qualquer hipótese de aproveitamento futuro da coisa - «já que não era p'ra eles... não era p'ra mais ninguém!»

Depois disto, é mais que provável a infiltração de águas ácidas nos veios aquíferos subterrâneos de toda a região.

terça-feira, março 10, 2009

Fim da Linha


Pomarão.
Rio Guadiana.
Foz da Ribeira do Chança

Ruínas do terminal do Cais de carga de minério da mais antiga linha de comboio de Portugal que ligava a Mina de S. Domingos ao Guadiana.
A minha primeira visita a este lugar aconteceu há alguns dias.
À chegada, fiquei estupefacto, mais do que isso, boqueaberto.
Mas não foi por causa da impressionante vista de frente do paredão da barragem do Chança, nem da travessia da Ponte nova, que aqui mesmo sobre a foz do Chança, liga Portugal e Espanha.
Realmente, a paisagem é... inesquecível, mas o que guardo na lembrança é algo (fantástico!?) que não sei bem explicar - qualquer coisa no ar, na terra, no rio, uma estranha impressão... que, ao coincidir com o por-do-sol, me carregou o espírito de melancolia, para o resto do dia e da noite.
Fica por (d)escrever esse resto.

segunda-feira, março 09, 2009

a fonte 350


Numa breve passagem por Lisboa, a minha, sempre bela cidade.

Tenho a mania de passar por aqui, junto à Fonte, talvez para ver se lá estão as floristas de antigamente, que traziam mais colorido e frescura àquele espaço, sobretudo com os seus molhos de cravos de todas as cores.

Reparei no HOTEL INTERNACIONAL - lavado, pintado de fresco - ora aqui está um edifício, recuperado, bem conservado e bem aproveitado.

domingo, março 08, 2009

Sentidos


Dos 5 sentidos (fisiologicamente falando) do corpo humano, que eu aprendi na Escola Primária, o Olfato é, dos mais interessantes.

Identificar um cheiro reconhecido é um processo intelectual aprendido sem querer ao longo dos primeiros anos de vida do ser humano. Adquirir a capacidade para analizar a composição química do ar - cheira bem ou cheira mal - faz parte do desenvolvimento que acompanha o crescimento de quase todos os seres vivos terrestres.
É como ter dentro da cabeça um complexo laboratório de análises químicas, onde existem milhares de diferentes aromas, odores, fragrâncias, armazenados em frasquinhos devidamente arrumados e classificados na nossa memória, com rótulos (etiquetas) onde vão sendo gravadas imagens, sons, sabores e sentimentos, de alguma maneira relacionados com o conteúdo de cada frasco.
Hoje, sinto no ar do campo, um forte aroma ligado à cor amarela - são as Mimosas floridas que anunciam a Primavera iminente. Já é inevitável, o fim do Inverno, reconhecido ainda no cheiro da erva fresca que recobre os campos salpicados de florescências amarelas das Azedas.

a fonte 349


Nem sei o que hei-de chamar a isto, uma fonte, uma escultura, simplesmente... sem jeito nenhum.

Acho Eu,
até pode ser uma obra muito valiosa de um artista famoso e muito bom, mas, tenham lá paciência... não fica bem aqui, não condiz nada com o que rodeia o local onde "plantaram" estes pedregulhos de mármore que mais parecem umas "Ovas de Pescada" - ainda por cima, a tapar a bonita vista para o horizonte, no miradouro do pequeno e simples jardim contíguo ao Templo de Diana, em Évora.

sábado, março 07, 2009

Amanhecer CLX


Bom dia, bom tempo.
Numa manhã luminosa.

Pensamentos lavados.
Na solidão da praça, quase deserta a esta hora, dou comigo a contemplar estes dois monumentos.
São um exêmplo.
Os dois em conjunto são como um só, um monumento dedicado à tolerância, um apelo à coexistência pacífica - crenças divergentes, práticas religiosas diferentes, dedicatórias a diferentes deuses, objectivos comuns - exaltar algo, ou alguém, muito acima da simples existência, humana, terrestre.

sexta-feira, março 06, 2009

Coisas do Almanaque

Pomar dos Lobos
Diz o "BORDA D'ÁGUA" para este tempo:

AGRICULTURA
Preparar a terra de regadio para o Milho e a Batata.
Nas regiões sem geada, semear o Trigo, a Aveia, o Centeio e a Cevada.
No Minguante, podar as Árvores de Fruto.
Pulverizar as Laranjeiras com a cal em pó.

HORTA
Preparar estacas para Feijões e Ervilhas.
Semear Abóbora, Couves, Alfaces, Melancia, Melão, Pepino, Salsa, Tomate, etc.
Colher o Cebolinhos, Rabanetes e Azedas.

JARDIM
Semear Amores-Perfeitos, Dálias, Crisântemos e Cravos.

ANIMAIS
Vacinar os Porcos contra doenças rubras e os Bovinos e Caprinos contra o carbúnculo.

a fonte 348

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Curioso fontanário com os apoios para pousar os cântaros de barro, enquanto se abasteciam de água.

Largo da "Igreja do Convento da Graça" - Évora.

quinta-feira, março 05, 2009

Roda do Tempo


Esta roda de luz que me leva
para outro tempo - um tempo quente, bem diferente deste que hoje faz por aqui por Lisboa e arredores - distante no passado, há somente dois meses.

Esta roda de vento que me transporta
para outro lugar - tão longe mas ao mesmo tempo, tão perto no tempo e no espaço - apenas a dez horas de distância, voando sobre o Atlântico encontramos outro tempo, tão longínquo, nos costumes, tão distante, na história.

Esta roda de tempo que passou
do meu tempo passado na terra dos Maias.

a fonte 347


O recanto da Fonte do Poço do Concelho, do tempo em que "Vila Nova da Baronia"(*) foi sede de Concelho.

(*)
Eis outro nome, e outro lugar, Alentejano, de que eu gosto particularmente, porque:
- a toponímia é bastante incomum;
- o lugar e as gente são bem aprazíveis ou não fosse este o local onde vive o meu bom amigo, João Brigola, investigador e professor Catedrático de História, na Universidade e investigador e candidato ao Mestrado em Cozinha Típica Alentejana;
- outra coisa boa é a Estação do Comboio (o Intercidades) para Lisboa.

quarta-feira, março 04, 2009

a ver navios 66


Porque.

porque escrevo as minhas palavras aqui
poesias de trazer-por-casa
poemas nem para cantar-na-banheira
pensamentos profundamente inexplicáveis
conclusões ao abrigo da lógica-da-batata
raciocínios sobre filosofias-de-algibeira
dissertações sobre coisas-sem-sentido
apologia da extra-normalidade
iluminados os recantos da consciência
exortação de sensibilidades desconhecidas


porque coloco as minhas fotografias aqui
fontes de água imprópria para consumo
chafarizes que não servem para nada
bicas de água que já não deitam água
navios atracados nas docas do Tejo
barcos na linha do horizonte-mar
cacilheiros no Rio, à chegada e à partida
flores de todas as cores, de todo o tempo

palavras e imagens do entardecer
da vida porque
à mistura com outras de amanhecer
raramente coisas para enternecer
a ternura porque
a ternura deixa-me mudo
e que mais há-de ser, que mais
e que hei-de fazer, que mais
e que posso dizer, quase tudo
mas apenas o que eu quiser

terça-feira, março 03, 2009

a fonte 346

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Aqui perto, encontra-se, podemos ver o Santuário do "Senhor dos Aflitos" e, segundo os livros de Geografia, está também, algures, a nascente do Rio Xarrama, um grande afluente do Rio Sado.

Ficamos assim a saber que, uma parte da água que corre nesta fonte, segue por esses campos fora, reviçando os pastos da erva fresca, sempre para Sul, até à terra de Bernardim Ribeiro. Daí em diante, vai alagando os baixios dos arrozais, para se juntar à grande via fluvial principal, que segue para Norte, ao encontro das águas do Mar salgado, no sopé da Serra da Arrábida.

segunda-feira, março 02, 2009

Comprar Tempo


(O meu Calendário Maia - comprei na Península do Yucatan)
Para além deste, ainda tenho mais Tempo. Tenho uma reserva dele, guardada na dispensa, ao lado da garrafeira.

Comprei na semana passada, um pacote de Tempo, na "Feira do Relógio", claro está, onde se arranja tudo mais barato e em boas condições. Não é daquele Tempo "de marca", original, bem sei, é uma cópia pirata, falsificado, mas nos tempos que correm e para quem é, serve muito bem - o utilizador já não está em idade nem tem tempo nem condições para esquisitices - qualquer prolongamento, acréscimo de Tempo, é bem vindo, é uma benção.
Ah! Muito importante - convém não esquecer que o tempo que se vende na feira tem garantia de seis meses. Diz ele, o cigano, que está lá todas as semanas no seu estaminé, pronto para atender quem tiver reclamações, pois é um cigano honesto.
Pronto. Agora a gente só tem que pensar quando é que vai começar a gastar o tempo de reserva - antes dos seis meses passados, senão... tem que comprar mais uma recarga de nove meses, que é o pacote clássico, o mais vendido.

domingo, março 01, 2009

a fonte 345


Podíamos chamar a esta, a Fonte dos Milhões.

Milhões de Euros - quantos? Muitos, não sabemos, isto é, ouvimos falar, desconfia-se que... enfim, não se pode adiantar mais nada.
Pronto, pronto, é o Freeport Outlet Alcochete, o maior Outlet da Europa.

Amanhecer DLII

Museu dos Terceiros (Ponte de Lima) Um museu de Arte Sacra do norte do País, instalado no extinto Convento de Santo António dos Capuchos...