quarta-feira, janeiro 11, 2012

a fonte 601

Évora
Na segunda terça-feira de cada mês, são as carrinhas e as tendas dos feirantes que abancam em redor do chafariz.

Durante os outros dias do ano, são os comuns automóveis particulaes que ocupam todo o espaço do Rossio de S. Brás, o terreiro de feiras da cidade.

São contraditórias as informações acerca da construção deste monumento de arquitectura civil.
Há registos da permissão concedida por D. Manuel I a um munícipe para a construção de um poço no Rossio em 1497, posteriormente transformado em chafariz público em 1501. Outras informações apontam para o ano de 1592, a mando de D. Filipe II.

Seja como for, nem á gua vai, nem água vem, deste monumento que se encontra em processo de classificação pelo IPPAR como Imóvel de Interesse Público, desde 2007.

(..) Integrado no conjunto de fontes e chafarizes, urbanos e periurbanos de Évora, este é um chafariz com figurações maneiristas, patentes na estilização dos elementos arquitectónicos, notáveis características ornamentais, de que é exemplo a taça com original desenho em forma de cálice de flor.

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