terça-feira, janeiro 03, 2012

a fonte 599


Évora
Largo do Colégio e Igreja do Espírito Santo,
depois pela R. da Freiria de Baixo, R. do Cenáculo, Portas de Moura, etc., um passeio no fresco da noite para desentorpecer as articulações e reactivar a circulação do sangue, relentada pelas horas passadas no conchego do chaminé junto ao borralho do lume de azinho.

No sossego da noite do alentejana, «no interior, felizmente», dizia o meu amigo Zézé, «ainda distante do bulício das terras do litoral».
«Apesar das boas estradas e da grande autoestrada que hoje ligam todas as cidades do interior, aqui ainda podemos passear na rua pela noite dentro, sem grandes temores, sem recear ser-mos alvo de actos de malvadez.»
«Por enquanto... pró bem e pró mal, por equanto estamos um bocado afastados, esquecidos, esquecidos dos políticos e de outros vândalos que tais.»

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