domingo, janeiro 01, 2012

a Fonte 598



E passando do calor Caribenho directamente para o calor Alentejano,
estamos Évora, na Praça do Giraldo, onde hoje a fonte é de calor.
Calor que, tal como a água, também é origem da vida.

Na noite de Fim de Ano, a festa teve lugar á volta da fogueira.
Este ano, não foi o fogo de artifício, lá nos ares, o responsável pelo invulgar ajuntamento das pessoas neste largo da cidade património da Unesco.
Desta vez foi o fogo do braseiro, ali no chão, que fez acorrer o pessoal à rua, na noite fria da grande planície. Foi o calor do tradicional madeiro que aqui se manteve aceso desde o Natal até ao Ano Novo.
Sem dúvida muito mais quente e duradouro do que os cinco ou dez minutos do costumeiro fogo-de-vista.
Já agora, uma nota sobre a outra fonte (ao fundo na imagem, frente à Igreja) o Chafariz quinhentista (1571) em mármore branco, classificado como Monumento Nacional, cuja autoria é atribuída ao arquiteto e engenheiro militar Afonso Álvares.

4 comentários:

Maria disse...

Bicho
O madeiro aquece, ilumina, dá esperança. O fogo de artifício faz barulho e some-se depressa. O céu é das estrelas verdadeiras, dura sempre mas quase já ninguém vê as estrelas.
Que no teu céu haja estrelas o Ano Todo. Eu ainda consigo sonhar quando as vejo.
Beijinhos
Maria

O Bicho disse...

Obrigado, Maria.
Esperemos então que este seja um Ano bem estrelado.
Para ti,
BOM ANO e BONS SONHOS!

Kim disse...

Tão quentinho!!!
Era mesmo disto que precisavas. É que mudar do oitenta para o oito, custa um pouco. Assim, este calor alentejano, ajuda a lembrar o caribenho.
Bom Ano Gigi

O Bicho disse...

Ora, nem mais...
Bom Ano Kim

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