quarta-feira, outubro 18, 2006

o Marinheiro



Carta do Marinheiro

Ai, o amor quando nos toca
é como se tocasse um sino,
um hino,
um trino
dum alegre passarinho

Vou voar para o teu ninho
vou tentar fazer o pino
vou ser bailarino
argentino,
desatino

Mas o que hei-de eu fazer?
O amor é um furacão
desgovernando
a minha embarcação

(Sérgio Godinho)

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