terça-feira, junho 08, 2010

nem penso



«Houve um dia em que subi esta rua pensando alegremente no futuro,
pois Deus dá licença que o que não existe seja fortemente iluminado.
Hoje, descendo esta rua, nem no passado penso alegremente.
Quando muito, nem penso...»


(Álvaro de Campos, 1932)

Sem comentários:

Amanhecer DLVII

ALMEIDA A luminosidade do sol rasante invadindo o corredor de uma das portas indefesas da Fortaleza. Daqui nada, reúne a comitiva no &qu...