segunda-feira, novembro 05, 2007

a Fonte 156



Ó que porcaria de fonte esta!
Dizia ele com sentida mágoa:
Porcausa da largura da testa,
Não consigo beber aqui água.

(Rossio, Lisboa)

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Amanhecer DLVIII

COVILHÃ Correndo pelo vale do alto Zêzere Já chegámos? O quê! Ainda não? Então vou dormir mais um bocadinho...