sábado, maio 13, 2017

Amanhecer DXLVII



PONTE DE LIMA

E depois de uma noite que se anunciava tormentosa... o despertar é uma bênção para a vista e para a vida. A este mesmo propósito, escreveu o poeta limiano, António Feijó:

Nasci à beira do rio lima,
Rio saudoso, todo cristal,
Daí a angústia que me vitima,
Daí deriva todo o meu mal.

É que nas terras que tenho visto,
Por toda a parte por onde andei,
Nunca achei nada mais imprevisto,
Terra mais linda nunca encontrei.

1 comentário:

maria franco disse...

A noite em baixo, e o dia aqui, têm sombras diferentes
e nem sei escolher a que mais gosto.

Amanhecer DLVIII

COVILHÃ Correndo pelo vale do alto Zêzere Já chegámos? O quê! Ainda não? Então vou dormir mais um bocadinho...