sábado, maio 14, 2011

Amanhecer CCLXVII



LISBOA QUE AMANHECE

Não sei se dura sempre esse teu beijo
Ou apenas o que resta desta noite
O vento, enfim, parou
Já mal o vejo
Por sobre o Tejo
E já tudo pode ser
Tudo aquilo que parece
Na Lisboa que amanhece

(Sérgio Godinho)

2 comentários:

Maria disse...

Em sonhos, é sabido, não se morre
Aliás essa é a Única vantagem
De após o vão trabalho
O povo ir de viagem ao sono fundo
Fecundo
Em glórias e terrores e aventuras

Sérgio Godinho

Bicho,
Já viste que andamos os dois com o Sérgio na cabeça? Que sintonia mais estranha!
Beijo
Maria

O Bicho disse...

Pois é verdade, Maria, eu "ando com" o Sérgio há tanto tempo que os CD's que ouvia no meu carro já estão gastos.
Imagina que até peguei o gosto à minha filha mais nova.

A Fonte 672

Figueira de Castelo Rodrigo Na beira do caminho, junto ao Convento de Aguiar, base da encosta onde se encontra o que resta das muralhas ...