segunda-feira, julho 03, 2017
Amarras do tempo
PRAIA DO DAFUNDO
(Lisboa)
Com o passar do dos anos, o tempo foi compactando nas camadas da minha memória, muitos conceitos, expressões, palavras em português, francês, castelhano, inglês e até em italiano;
essa arrumação foi de tal modo complexa (ou desordenada) que agora, parece haver palavras que estão amarradas bem lá no fundo da memória e teimam em não se soltar para concatenar as frases de lógica encadeada do meu pensamento;
e o pensamento imparável, escorre como areia fina numa ampulheta, de tal forma que eu não consigo fixar na ideia uma mensagem com nexo para deixar aqui exposta;
percebo entretanto uma coisa: quanto menos escrevo, menos leio e mais se avoluma a falta de interesse no exercício mental, mais aumenta a resistência à mudança - é apatia intelectual.
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2 comentários:
Concordo com o ultimo parágrafo. Mas gosto
muito da fotografia.
Na verdade, só a ultima parte da escrita faz algum sentido.
Obg
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