segunda-feira, julho 12, 2010

a ver navios 105


Um vaso de guerra no Rio Tejo

No mar tanta tormenta, e tanto dano,
Tantas vezes a morte apercebida!
Na terra tanta guerra, tanto engano,
Tanta necessidade avorrecida!
Onde pode acolher-se um fraco humano,
Onde terá segura a curta vida,
Que não se arme, e se indigne o Céu sereno
Contra um bicho da terra tão pequeno?


(Luis de Camões, "Os Lusíadas")

Sem comentários:

Amanhecer DLXIII

Praia das Maçãs, Sintra C'est en septembre Quand les voiliers sont dévoilés Et que la plage, tremblent sous l'ombre D'un...