segunda-feira, abril 19, 2010

Farol de Cacilhas


Este grande «candeeiro com duas torcidas, numa lanterna cilíndrica com cúpula esférica, sobre uma torre metálica vermelha de 12 metros de altura e 1,7 de diâmetro, com numa óptica de 5ª ordem, emitindo uma luz fixa branca num sector de 342º, com um alcance nominal de 11,5 milhas(*)», voltou a ser recolocado, em 2009, no lugar de onde fora removido em 1978.

Agora só falta acender ao menos uma luzinha lá em cima, ou lá dentro, nem que seja só para dar nas vistas e deixar de ser um farol sem luz, na outra banda do mar que é o Rio Tejo.
E dessa maneira talvez ele venha constituir uma luz guia para tantos outros, como eu, que andam perdidos noutro mar que é o rio da vida, sem saber por onde seguir... sem guia, sem orientação.
Hesitando, indecisos, em busca de um caminho que não passe ao lado da vida, seguindo uma direcção que faça sentido percorrer enquanto viver.

«Não há nada que enganar, a vida tem um só sentido, p’rá frente é que é o caminho!»

São os apelos dos que praticam a existência pura, aqueles que apregoam deter a verdade da experiência da vida – mas de apenas uma vida, a sua, deles, a única que tiveram (que lhes foi oferecida) até agora oportunidade de "vivenciar".

1 comentário:

O Bicho disse...

Descrição copiada de uma página da (www.marinha.pt) Marinha Portuguesa.

A Fonte 672

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