quarta-feira, maio 07, 2014

A ver navios e... pouco mais.




Como tem sido, nos últimos meses a actividade, a continuidade daquilo a que se pode chamar a vida deste repositório de escrita e de sentidos que constitui este meu (nosso) blog.

Como esta imagem do rio Tejo, maré vazia, água de cor do chão, cinzenta de cor do lodo, da cor do fundo sem um rasgo de céu azul, tudo igual, cinza sem uma linha limite de horizonte - silêncio ou quase, ruídos abafados, absorvidos pela humidade que envolve tudo.

Como isto não pode continuar assim, há que fazer alguma coisa para mudar - vamos a isso!

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A Fonte 672

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