sábado, junho 28, 2008

Amanhecer CXXIII


Fotografia bonita?
Uma beleza de composição?

Nada de extraordinário!
Não é mais do que, apenas uma feliz expressão da diversidade e complexidade natural do nosso Planeta Azul.
Mas que dá gosto ver, isso é verdade.

terça-feira, junho 24, 2008

sábado, junho 21, 2008

Amanhecer CXXII


Logo de manhã,
quando olhei para esta coisa, julguei que ainda estava a dormir.
Depois imaginei,
que se tratava do resquício de um ser estranho, talvez um ET.
Quando observei,
com mais atenção percebi que se tratava de uma flor natural.

- "É pá, é a flor de Maracujá", disse o dono do quintal e da trepadeira.


ESPANTOSO!!! PENSEI.
NUNCA TAL HAVERA VISTO,
NEM MESMO QUANDO VISITEI
UMA QUINTA DE CULTURA
DE MARACUJÁ, NOS AÇORES.

sexta-feira, junho 20, 2008

a Fonte 252



A Câmara de Mação mandou construir esta fonte em 1966 na Ortiga.
Havia muita e boa água nesse tempo.
Lembro 1966 como um ano alegre e triste:

Portugal, teve o melhor desempenho de sempre na Fase Final (Inglaterra) de todos os Campeonato do Mundo ou Taças da Europa, em que participámos.

Classificação: 3º lugar
Campanha: 6 jogos, 5 vitórias, 1 derrota
Saldo: 19 golos marcados, 8 sofridos
Jogos: Portugal 3-1 Hungria; Bulgária 0-3 Portugal; Brasil 1-3 Portugal; Portugal 5-3 Coreia do Norte; Portugal 1-2 Inglaterra; Portugal 2-1 União Soviética.



Nota
Lembro isto, não por ser saudosista e estar sempre recordar as mesmas histórias, dizendo que dantes é que era bom - não é nada disso.
Realço isto, porque aconteceu que os jogos desse campeonato de 66 foram os primeiros que eu vi em transmissões directas pela Televisão.

quinta-feira, junho 19, 2008

a ver navios 17


Há Naves que viajam pelo Mar,
cruzando as ondas das águas dos Oceanos;

há Naves que cruzam os Céus
lá bem por cima das nuvens através do Ar.

Agora, por aqui, ficamos a ver navios;
os que vão e os que chegam da Suiça.

Paciência... (voltaremos, mais ano menos ano) que se lixe a Taça.

terça-feira, junho 17, 2008

a Fonte 251


Passei aqui há bocadinho,
e não tive tempo de parar e verificar, mas acredito que são 3 as bicas, que há nesta que chamam a "Fonte das 3 Bicas".

Sardoal
Em 1531, D João III eleva este lugar à categoria de Vila.

O Marco Geodésico que assinala o Centro (Lat;Lon;Zero;Zero) Geográfico de Portugal Continental, encontra-se em Vila de Rei, um lugar aqui perto.

segunda-feira, junho 16, 2008

Assim Falava Zaratuga (3)


A Fome e a Guerra

Não se sabe muito bem para quê?
Na ONU, criaram mais um fundo.
E a miséria que vai pelo mundo?
Só quem não quer, é que não vê.

Se os políticos falassem verdade,
É certo que havia menos guerra.
E a fome que grassa nesta terra,
Seria logo, reduzida pra metade."

a ver navios 16


[A Mensagem Final]

7
Deitado no chão, o Zé Manel ,
Mirou a garrafa, "Ora chiça!
Vejo aqui um rolo de papel.
Vou tirar a rolha de cortiça"
.

8
E preparando o saca-rolhas
Que tinha no canivete suiço,
Daqueles com muitas folhas:
"Boa, ora vamos lá ver isso!"

9
Pensou, ante a garrafa aberta:
"Será isto o mapa dum tesouro,
Escondido numa Ilha deserta?
Assim... uma arca cheia de ouro!"


10
Quando o papel desenrolou,
Leu a mensagem que dizia:
"Era bom, mas já acabou.
Não há mais, está vazia".

FIM
(da mensagem e da garrafa)

domingo, junho 15, 2008

a Fonte 250


Bucelas

Região de bons vinhos - aconselho o muito especial "Arinto" branco (maduro ou espumante) e o "Moscatel+Arinto" (branco) - e de muita água também.

Antologia 6


Barcarola - composição musical cantada pelos Gondoleiros de Veneza, ou uma peça musical folclórica em estilo semelhante.

Barcarola - composição poética de origem italiana em que há referência ao mar ou a um rio ou lago.

"O Gondoleiro do Amor"

Teus olhos são negros, negros,
Como as noites sem luar...
São ardentes, são profundos,
Como o negrume do mar;

Sobre o barco dos amores,
Da vida boiando à flor,
Douram teus olhos a fronte
Do Gondoleiro do amor.

Tua voz é a cavatina
Dos palácios de Sorrento,
Quando a praia beija a vaga,
Quando a vaga beija o vento;

E como em noites de Itália,
Ama um canto o pecador,
Bebe a harmonia em teus cantos
O Gondoleiro do amor.


(Castro Alves, Brasil)

sábado, junho 14, 2008

Amanhecer CXXI


Nesta manhã radiosa,
uma frágil flor branca,
como proposta de PAZ,
para todos os AMIGOS
e principalmente...
para os INIMIGOS.

quarta-feira, junho 11, 2008

a Fonte 249

GENEBRA <> LISBOA

Lisboa em Festa


As festas (dos Santos) Populares começam mais cedo,
neste ano de 2008, Lisboa e Portugal estão em festa desde hoje!!!

a Fonte 248


Claustro do Convento de Chelas
Dizem que é do século VII, tempo dos Visigodos, este Monumento Nacional, onde se guardavam as relíquias de São Félix.
Após a conquista, D. Afonso Henriques entregou-o aos Templários. Estes, mais tarde legaram o sítio a um Convento de Freiras, até que o terramoto de 1755 destruiu grande parte do edifício.

Actualmente, o espaço é ocupado pelo Arquivo Histórico Militar.
Como eu já passei à história, fui lá pedir uma Certidão do meu tempo de Serviço Militar Obrigatório, o qual já foi há tantos anos (1969/71) que os serviços do arquivo vão demorar 3 ou 4 semanas para escrever a tal certidão - não é que eu tenha pressa, a coisa ainda vem muito a tempo, mas... imaginem, se eu tivesse andado a combater na Segunda Guerra (1939/45) Mundial?

terça-feira, junho 10, 2008

Porta 76



Aqui é a casa do sô Menezes
A porta número setenta e seis
Recorda o tempo em que os Reis
Por aqui passavam muitas vezes

à direita de quem sobe uma das colinas de Lisboa, desde o Rio pela encosta de Santana;
não é muito longe da casa onde dizem que viveu, ou morreu, faz hoje anos (muitos), Luís de Camões.

sexta-feira, junho 06, 2008

a Fonte 247


Quem se lembra deste sítio?
Durante a Expo no Verão de 1998.
Ou melhor, será que alguém se esqueceu?
Não acredito.
Quem viveu esses lugares, nesse tempo, como eu,
Não vai nunca esqucer!
Passaram 10 anos e como dizia a canção, 10 anos é muito tempo... mas são apenas 10 anos.
De todos os locais, por onde passeio frequentemente no Parque das Nações, esta "cortina de água" perto do Oceanário, não sei porquê, não percebo, faz-me sentir saudades:
saudades de mim;
saudades do Século passado;
saudades do meu "Bilo" bébé, então com seis meses;
saudades do tempo em que aqui passei pela primeira vez;
saudades de me extasiar, de me espantar, com coisas até então, nunca vistas;
saudades de estar sentado à beira-rio apreciando a euforia da gente que por aqui passava;
saudades de me ver aqui a passear, misturado, desconhecido, dissolvido, no seio de uma multidão; de muita gente de muito longe;
saudades até, de fumar o meu cigarrito, de que hoje, não sinto falta nenhuma, mas sinto, enfim, saudades...

Assim Falava Zaratuga (2)


A DIZER MAL

Lá está o compadre Zaratuga,
Dando umas passas no cigarro,
Cismando, debaixo do Chaparro:
"Dizer mal é típico de portuga.

Ainda posso falar. Não sou mudo.
No mundo sempre em mudança,
Todos querem encher a pança.
O dinheiro, compra quase tudo!"

(...e continua)
Ele vai continuar a falar
E Eu vou aqui escrever
Para toda a gente saber.
Ninguem o manda calar!

quinta-feira, junho 05, 2008

a Fonte 246



Largo do Rato, Lisboa.
[A vida está difícil, hoje, para a rapaziada política aqui do rato - com 250.000 Trabalhadores em Manifestação de rua, uma Moção de Censura no Parlamento
- mas isso não interessa, não adianta nem atrasa, fica tudo na mesma... até
ver!]


Inserido nos domínios da Quinta do Palácio de Palmela, aqui está outra excelente obra da arquitectura civil, do plano das Águas Livres para abastecimento da Lisboa Pombalina.
Provável autoria de Carlos Mardel, o Arquitecto luso-magiar a não confundir com o Carlos Gardel, cantor de Tango argentino.

quarta-feira, junho 04, 2008

Favas contadas


pois é, só neste bocadinho, da fotografia,
eu contei umas 34 favas.

mas há lá muitas mais, que ainda estão por contar;

para quem quiser passar um bocado de tempo, entretido a fazer exercício... mental, sentado numa esplanada bar/restaurante, eu digo;
basta ir até ao Parque das Nações, beber umas imperias no bar ao lado do Jardim Garcia de Horta (onde está este belo faval) e começar a contar as favas;
no final, quando estiver cansado, pode dizer com toda a propriedade - "aquelas ali são favas contadas", fui eu que as contei.

a ver navios 14


O CANTAR MISERÁVEL DA NOITE NO CAIS

...BARCO VEIO: DE ONDE?
NÃO INTERESSA SABER IRMÃO
NÃO INTERESSA.
SE CAIS NÃO HOUVESSE
GENTE ANÓNIMA NÃO TINHA NO CAIS.
NUNCA
NUNCA GENTE PODERIA OUVIR
A HISTÓRIA QUE MAR SALGADO DEVERIA CONTAR.

(poema de Pascoal D’Artagnan Aurigemma – Guiné,
inscrito num banco do jardim de Belem)

terça-feira, junho 03, 2008

Antologia 5


A palavra ESPICILÉGIO,

deriva do Latim, "spicilegium" (spica = ponta, espiga), que ficou conotada, não sei como, com uma espécie de ligadura que era utilizada para embrulhar conjuntos de documentos legais, escritos ou grupos de páginas soltas de textos, relativas a diplomas, leis, etc.
Dizem que, ainda hoje em português, se pode utilizar o termo, para designar papelada administrativa, "lato sensu".
...e depois, há outros mais Spicilegium que podem encontrar por aí (quem havia de dizer, coisas esquisitas) escritos em diferentes idiomas.
Spicilegium Dei (1991), uma comunidade de apoio à juventude.
Spicilegium Copernicanum, assuntos de Nicolau Copérnico;
Spicilegium Syriacum (1855), temas religioso da Ásia Menor;
Spicilegium Sacrum Lovaniense, estudos e documentos religiosos;
Spicilegium Neilgherrense, uma colectânea sobre plantas especiais;
Spicilegium Anatomicum, de Theodore Kerckring;

segunda-feira, junho 02, 2008

a Fonte 245


À entrada do "Museu Etnográfico de Tercena",
ou seja, no átrio do Retiro da Quinta do Filinto, em Torcena, no Concelho de Oeiras, onde, na Sexta-Feira passada, se reuniu em jantar convívio, um grupo de amigos da (Pedro Franco, dos Salgados, da Filarmónica, da Porcalhota) aos quais eu me juntei por amável convite.

Este "post" é partilhado pelo Blog "Pessoal da Porcalhota", por se enquadrar no âmbito dos temas habitualmente abordados nesse outro sítio.

Assim Falava Zaratuga


QUEM SE LIXA

Debaixo daquele "sobrêro assentado",
Zaratuga, um Compadre Alentejano,
Dizia, comentando as notícias do ano:
Amigo, está muito "mal enganado!"

Fala-se de gente que se corrompeu.
E dizem, "quem se lixa é o mexilhão!"
Pois... isso era dantes, agora já não.
Ora porra, hoje, quem se lixa sou eu!


(Assim falou Ele, recostado no Sobreiro, ou uma Azinheira(?), que se vê aqui...
e, em Junho de 2008, Eu escrevi.)

domingo, junho 01, 2008

a Fonte 244


Os paineis de azulejo do Chafariz Velho (de 1775) entre Caxias e Paço d'Arcos, são um espectáculo - que por acaso, esta foto não mostra.

Muita gente, centenas de milhares de pessoas passam por aqui todos os dias (de automóvel) sem reparar neles, sem parar - não poderiam, mesmo que quisessem.

São muito poucos, raros mesmo, aqueles que passando a pé (ou de bicicleta) param aqui, não para beber água que não presta, mas para apreciar a Fonte, o Tejo e o Mar.

Amanhecer DLVIII

COVILHÃ Correndo pelo vale do alto Zêzere Já chegámos? O quê! Ainda não? Então vou dormir mais um bocadinho...