quarta-feira, abril 30, 2008

a Fonte 229



COLOCADA NUMA PAREDE À TOA,
MAIS OUTRA FONTE INVENTADA
NUNCA DEITOU ÁGUA NEM NADA
NO PAÇO DO CASTELO DE LISBOA.

Maio


Maio, maduro Maio,
quem te pintou..

terça-feira, abril 29, 2008

a ver navios 3

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O AMOR É COMO UM NAVIO
À DERIVA NO MEU PEITO.
DIZEM QUE É UM DEFEITO.
EU, ACHO QUE É FEITIO..!

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segunda-feira, abril 28, 2008

a Fonte 228


De regresso às pretensas, ou pressupostas, fontes do Castelo de S. Jorge, em Lisboa.
Mais uma, esta, um pouco menos mal inserida no meio ambiente local, do que a precedente.

domingo, abril 27, 2008

Avril au Portugal


Avril au Portugal,
A deux c'est idéal,
Là-bas si l'on est fou,
Le ciel l'est plus que vous,
Pour un sentimental
L'amour existe t-il
Ailleurs qu'au Portugal
En Avril.

sábado, abril 26, 2008

Amanhecer CXIV


..e depois, no dia seguinte, passear pelas arribas das Azenhas do Mar.

sexta-feira, abril 25, 2008

Amanhecer em Abril


Na base de duas das colunas de uma porta lateral da igreja do Convento do Carmo em Lisboa, encontrei estas inscrições e umas curiosas gravuras (um arpão espetado num golfinho).
Não sei o que significam - haverá por aí um Professor de História que nos esclareça?
Só sei que não têm nada a ver com o 25 de Abril de 1974 pois as gravuras já lá estavam antes disso.
Eu sei, porque estive lá, naquela manhã/tarde assistindo ao vivo e em directo, ao decurso de todos os acontecimentos que ali tiveram lugar, em três ou quatro horas decisivas para o sucesso da Revolução dos Cravos.
Não ajudei muito, era apenas mais um, no meio de muitas outras centenas de curiosos, que contribuiram para dar mais força e ânimo às tropas.

quinta-feira, abril 24, 2008

a Fonte 228


Mais um recanto da alcáçova do Castelo de S. Jorge (Lisboa) redecorado com alguma falta de cuidado, isto é, mal atamancado com uma fonte (falsa) onde nunca correu água e ainda os restos de uma escultura bizarra (a cabeça de um Fauno?) certamente, desenterrada das escavações das ruínas em redor.

Vazios



E retenho imagens de outras vidas,
para preencher os espaços vazios,
com portas, fontes, janelas e navios
e mais, flores de pétalas coloridas.

quarta-feira, abril 23, 2008

espinhos


dificuldades;
complicações;
contrariedades;
obstáculos;
adversidades;
impedimentos;

são, em sentido figurado, sinónimos de espinhos;
são pois;
por isso eu digo: "há montes de espinhos na minha relação com a Internet - esta semana temos tido uma ligação bué espinhosa".

a Fonte 227


reposta num cantinho discreto das ruinas da alcáçova do Castelo que encima uma das sete colinas da velha Lisboa.

sábado, abril 19, 2008

Amanhecer CXII



Olha o Malmequer amarelo
com vinte pétalas em roda.
Nos jardins agora é moda;
No campo, dá gosto vê-lo.

sexta-feira, abril 18, 2008

a Roda


o tempo da roda
a roda do tempo
o tempo que roda
a roda no tempo

quinta-feira, abril 17, 2008

a Fonte 226


Encontrei esta fonte pequena,
que tem boa água, canalizada;
aqui perto, à beira da estrada,
que liga Queijas a Barcarena.

Porta 53


No Bairro

Boiam aromas, fumos de cozinha;
Com o cabaz ás costas, e vergando,
Sobem padeiros, claros de farinha;
E ás portas, uma ou outra campainha
Toca, frenética, de vez em quando.

(Cesário Verde)

a ver navios 2

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Gozando um tempo de lazer
ali na praia de Paço d'Arcos,
desatei a fotografar barcos,
somente para me entreter.

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quarta-feira, abril 16, 2008

Porta 24



(Mouraria, Lisboa - o Corvo de São Vicente)

.. e o seu corpo morto foi abandonado às aves de rapina. Diz a história que uma delas, um corvo, evitava a aproximação das demais. Os carrascos Romanos decidiram então, lançar o cadáver ao mar, de onde foi em seguida resgatado por cristãos que o sepultaram numa capela perto de Valência.
Mais tarde foi levado para uma Abadia em França, onde foram registados milagres. Finalmente, (não sei porquê?) os restos mortais do Santo foram trasladados para a Sé Catedral de Lisboa, onde se encontram hoje. São Vicente, Mártir é padroeiro de Lisboa.

a Fonte 225


Pois é... tenho o prazer e o descaramento de informar os meus amigos, leitores e visitantes habituais do Fotociclista que, esta ainda não vai ser a última fonte aqui "postada". Tenho mais umas quantas (do norte e do sul) já prontinhas para ilustrar a pouco tradicional "conversa de chacha" deste Blog.


"Ora bem...", é a expressão habitual para início de uma frase de resposta a uma qualquer questão, no Porto (onde encontrei este belo Chafariz chamado da Ponta do Olival, que data de 1940), o equivalente ao "É assim..." que precede as frases do pessoal de Lisboa.

terça-feira, abril 15, 2008

a ver navios 1

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Ao largo da Praia de Carcavelos
passa um navio de contentores;
leva muitos; e têm várias cores;
verdes, azuis, brancos e amarelos.

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Porta Ministerial

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Palácio Penafiel, no Bairro da Sé, em Lisboa,

é aqui, que o Ministro das Obras Públicas Transportes e Conunicações, despacha
projectos para novas Pontes, Aeroportos, Autoestradas e Ferrovias da Capital de Portugal e arredores.

a Fonte 224


(Lisboa - Castelo)

Sob o Palácio de Belmonte,
pelo Arco de D. Fradique,
uma calçada desce a pique.
Dantes havia ali uma fonte.

segunda-feira, abril 14, 2008

Vista de fora


(Lisboa)

Na vista dali àquela hora
destacava-se iluminada
uma imponente fachada.
Era de S. Vicente de Fora.

domingo, abril 13, 2008

as Marias

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(click na foto para AMPLIAR)

Mais flores e mais Marias.
Como se costuma dizer, "há mais Marias na terra!
Pois, também eu tenho uma - há já mais de vinte anos.
Hoje é o dia especial da minha Maria - já faz um bocadinho mais de quarenta anos.

A minha Maria, é de Gaia, de nascimento, mas é de Fátima, de baptismo - ela gosta destas flores, de que não sei o nome.

sábado, abril 12, 2008

Amanhecer CXI

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(Clik na foto para AMPLIAR)
P'ra variar, mais uma fotografia de flores.

Não é por nada, quer dizer, não é que eu adore especialmente florzinhas, mas aprecio verdadeiramente as cores da natureza que as pétalas das flores nos mostram. Desde que apanhei a mania da fotografia, há muitos, muitos anos, que não resisto a captar as cores da luz do sol captadas ou reflectidas pelas flores.
É o caso destes Malmequeres silvestres que encontro, no meu caminho das manhãs de Sábado, amontoados em grandes tufos pelo jardim e arredores da Praia-das-Maçãs.

sexta-feira, abril 11, 2008

a Fonte 223


Já que passei por aqui...
cá vai mais uma fonte, do norte,
desta vez em Vilar de Mouros,
uma velha e belíssima Aldeia
no baixo vale do Rio Coura.

quinta-feira, abril 10, 2008

quatro Janelas



Esta fila de quatro janelas
que muita gente conhece
por vir fazer a sua prece
na igreja de Fontanelas.

quarta-feira, abril 09, 2008

a Fonte 222


Depois da ressaca e dos bois,
olha a fonte duzentos e vinte e dois;
está no antigo terreiro da Feira
em Valença do Minho;
obra Municipal do Ano de 1867
No calendário Hebreu - 5627
No calendário Islâmico - 1283
No meu calendário - vou apagar.

Ressaca


Olho com indiferença pela janela a tempestade que agita o ar pesado, carregado de electricidade.
No horizonte, o ceu cinzento chumbo amarelado é rasgado pelos coriscos de luz.
No mar à minha frente, da mesma cor do ceu, as rajadas de vento levantam ondas alterosas.
Vento, chuva, trovoada, lá fora, não oiço, não me impressiona, sinto-me tão calmo... que contraste.

segunda-feira, abril 07, 2008

os Bois

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"É preciso chamar os bois pelos nomes", dizem.
Não concordo. É feio, chamar nomes aos outros, mesmo que sejam bois.
Nem mesmo os Forcados que conhecem bem os bichos, na arena da tourada, não chamam nomes ao animal - eles clamam, "Eh, Boi!!! Eh, Touro!.. e mais nada.

E quando falamos em forcados e touradas, "Há que pegar o touro pelos cornos", diz-se.
Pois, pois, mas nem sempre. E se aparece um boi com os cornos partidos, como é?
Bom, se alguém partiu os cornos ao boi, então a Pega terá que ser de Cernelha.

domingo, abril 06, 2008

a Fonte 221

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Novamente pelos caminhos do norte,
uma paragem na Praça da Ribeira (Porto):

- Será que há tempo para uma francesinha?

sábado, abril 05, 2008

Amanhecer CX


Ao despontar o Sol sobre as flores do meu terraço,
a realidade da natureza:
umas murcham enquanto outras reviçam.

sexta-feira, abril 04, 2008

murcharam


- Estão "môchas", Pai, dizia o meu filho em pequenino, quando observava as flores que estiolavam nos canteiros.

Como o último pé destas "Coisas", não me lembro como se chamam que, juntamente com as Frésias, este ano perfumaram o ar da Primavera no terraço da Casa da Praia.

Pois é, agora estão murchas, exalam um odor um tanto esquisito - não sei porquê, algumas vezes gosto e outras nem tanto.

quinta-feira, abril 03, 2008

a Fonte 220


No páteo da Alcáçova do Castelo de S. Jorge de Lisboa.

Vaidoso

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O Miguel (10 anos) nunca tinha visto
tal bicharoco que, podemos dizer em toda a acepção da palavra, se pavoneava livremente pelos terraços do Castelo de S. Jorge em Lisboa.

Que coisa exuberante.
O Miguel ficou parado
a olhar, embasbacado
a cena impressionante.

Ó Pai, chega cá um instante,
o que é que vem a ser isto:
um galo, um pombo, misto?
Um bicho tão espampanante.

A isto chama-se um Pavão.
Exibe a parabólica de penas
para "engatar as piquenas".
Ele é primo direito do Faisão.

É um pombo grandalhão
que faz tremer de nervoso
as penas do leque vistoso
quando está com... comichão.

quarta-feira, abril 02, 2008

o reverso


(recuperação? da Lisboa antiga - Mouraria)

Os que entendem como eu
a força que tem um verso
reconhecem o que é seu
quando lhes mostro o reverso:

Da fome já não se fala
- é tão vulgar que nos cansa -
mas que dizer de uma bala
num esqueleto de criança?

Do frio não reza a história
- a morte é branda e letal -
mas que dizer da memória
de uma bomba de napalm?

(Ary dos Santos)

terça-feira, abril 01, 2008

Bom Humor

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o bom-humor a descer
e
o mau-humor a subir

Mau Humor


o mau-humor a descer
e
o bom-humor a subir