Uma raridade que adorna a esquina de uma varanda em ferro forjado;
parece uma bolha de magma incandescente enclausurada numa redoma de rede vítrea;
este bonito trabalho em vidro concentra no seu âmago toda a luz e calor do sol da tarde alentejana.
Assim de repente fez-me lembrar uma bonita canção ("Flor Sem Tempo") que muitas vezes escutei na rádio de outros tempos - anos 70 do séc. XX.
Canta o sol
Que tens na alma...
(Paulo de Carvalho)
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