sexta-feira, março 10, 2006

amontoado IV


[Lisboa - elevador do Lavra]

poema do abandono em si (IV)

Cair no abismo do esquecimento verdadeiro
ou permanecer intermitentemente
apenas um de entre todos.

1 comentário:

Anónimo disse...

Caíres no abismo do esquecimento é impossivel o teu passado fértil não vai deixar morrer aquilo que foste e permaneceres apenas um de entre todos também não,és diferente, e tens que continuar assim,a tua sensibilidade ultrapassa todas as fronteiras,tens que escrever tudo que te vai na alma, não deixes apagar essa chama, luta até ao fim. Maria

A Fonte 770

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