quinta-feira, junho 06, 2019

A Fonte 736


Vila de Rei (Pinhal Interior Sul)

Terra onde se encontra o "Marco Geodésico" que assinala o ponto zero;zero (0;0) das coordenadas corográficas de Portugal continental.

Pelo caminho encontramos este interessante fontanário que ocupa quase metade da largura de uma rua perto do centro da vila.
Na base tem gravado - "#VR 1944"
No frontão tem um painel de azulejo com uma cena bíblica e a inscrição do "Exodo":
"FERIRÁS A PEDRA E DELA SAIRÁ ÁGUA PARA QUE O POVO BEBA"
Encimado pela coroa real e brazão do município:
- uma pena, cruz de Malta (Templários), escudo de quinas, cruz de Cristo e ondas de água.

quarta-feira, junho 05, 2019

Porta 1


Oleiros (Pinhal Interior Sul)

Verdadeiramente a porta de entrada do ninho.
Em muitos lugares, desde há uns tempos, as autarquias começaram (e muito bem) a convidar os artistas de murais a contribuir para o embelezamento das ruas com as suas pinturas originais.
No entanto, nunca eu tinha visto essa criatividade ser dirigida em especial para a decoração das portas da rua, como acontece aqui em 4 ou 5 ruas desta vila.





terça-feira, junho 04, 2019

Pinhal Interior

O Rio Zêzere - uma linha de água que separa duas regiões: o Pinhal Interior Norte e o Pinhal Interior Sul.
O rio, corre num profundo vale, aqui a jusante do enorme paredão que sustém as águas de uma das maiores albufeiras de Portugal - a Barragem do Cabril.

A Ponte Filipina, lá em baixo, perto da superfície das águas do rio e muito acima, o Viaduto do IC8 - as obras de engenharia civil que ligam as mesmas duas regiões e os lugares sobranceiros a este desfiladeiro: Pedrogão Pequeno, a Sul e Pedrogão Grande, a Norte.
Hoje, ainda é possível trilhar os caminhos antigos que conduzem à velha ponte e atravessar (a pé) o rio. Mas para mim, não vai ser hoje - a névoa pousada sobre as cumeadas, prenuncia chuva.





segunda-feira, junho 03, 2019

A Fonte 735


Troviscais Cimeiros (Pedrogão Grande)

A flora em plena recuperação, muitos meses depois do grande incêndio que andou por estas paragens.
Aqui mesmo ao lado, há cerca de 15 anos anos, fiquei alguns dias hospedado com a família, na "Vila Isaura" - guardo muito boas recordações desse tempo, do lugar e sobretudo dos donos da casa, um casal que nos recebeu de forma extraordinária.
E, coincidência curiosa, depois de alguns dias de conversas ao pequeno almoço, na grande cozinha da casa, ficámos a saber que os donos da casa eram padrinhos do marido de uma colega minha da RTP.

domingo, junho 02, 2019

A Lapardana


Aldeia do Arripiado (Chamusca)

Almoço em Tancos, na beira rio, com vista para a encosta da aldeia que é uma das maravilhas de Portugal - o Arripiado.
A "Lapardana" é uma receita de comida antiga, muito antiga, típica das gentes da beira-rio do Ribatejo.
Esta iguaria tradicional fazia-se principalmente para aproveitar as sobras de outra refeição de couve e batata cozida com bacalhau.
Um prato dos tempos de fome, os tempos "da outra senhora", que era comum aos "gaibéus", aos "avieiros" e outra gente que pescava e trabalhava nas valas e esteiros
da lezíria do Tejo.

sábado, junho 01, 2019

Amanhecer DCLXXIV


Castelo de Almourol (Vila Nova da Barquinha)

Erguido sobre um maciço de pedregulhos no meio do rio Tejo - não é bem no meio, é mais chegado à margem direita de onde quase se pode atravessar a vau, em certas ocasiões de fraco caudal do rio.



sexta-feira, maio 31, 2019

Tempo de seca


Tancos (Vila Nova da Barquinha)

Apesar de o mês de Abril, este ano, ter feito jus ao conhecido adágio popular ("Abril águas mil") ainda assim o caudal do Tejo, em certos braços de rio, é bastante fraco.

quinta-feira, maio 30, 2019

Subindo o Tejo



Igreja Matriz (Golegã)

Seguimos pela margem sul do Tejo sem parar a cumprimentar amigos de Muge, Benfica, Almeirim, Alpiarça, Vale de Cavalos, Chamusca e passamos o rio na velha ponte da Golegã.
Paragem para almoço, frustrado, porque o "Central" estava a abarrotar, resultado de um encontro de apreciadores de velhas máquinas barulhentas de duas rodas:
 "Cuciolo", "Zundap", "Famel" e até uma "Alma" - motorizada portuguesa com a minha idade.
Deu tempo para uma visita rápida à Igreja Manuelina (Nossa Sra. da Conceição) cujo altar é invulgarmente decorado com azulejos.


quarta-feira, maio 29, 2019

Travessia do Tejo


Escaroupim à vista (Salvaterra de Magos)

=> qualquer coisa saiu errada no meu computador - esta publicação é para modificar!

Antes do pôr do sol, vamos atravessar para a margem esquerda do Tejo usando um caminho novo - a ponte Rainha D. Amélia (velha de 100 anos) - por onde antes circulava apenas o comboio.
Durante quase todo o século XX, esta ponte foi única travessia ferroviária (Setil - V. Novas) sobre o rio Tejo.


Em 2001, foi convertida para o tráfego rodoviário e pedonal. Hoje passam os automóveis ligeiros, as bicicletas e os peões, cada grupo na sua pista distinta.

terça-feira, maio 28, 2019

A Fluvina


Valada (Cartaxo)

Caminhando sobre o dique de contenção:
de um lado toda a aldeia - as ruas, as casas e até a igreja
do outro ldo a beira rio - o parque de merendas, a praia e a fluvina, ou ancoradouro e abrigo para embarcações no rio, ou marina de água doce.

segunda-feira, maio 27, 2019

A Fonte 734


Valada (Cartaxo)

Instalada sobre a grande muralha de protecção de primeira linha da aldeia.
No século passado, antes da construção de barragens para controlo do caudal do Tejo, eram frequentes as cheias que alagavam toda a lezíria ribatejana.

Migrantes a mais

Sal Rei, Boa Vista (CV) Os ventos e as correntes marítimas oriundos do continente africano trazem para esta ilha, o ar quente e seco e ...