Igreja de Santa Maria do Castelo
(Castelo Mendo)
Quando fotografei este púlpito, no que sobra das ruínas do velho templo, fiquei por alguns momentos a pensar como seria um pregador, qual a sua atitude, o estilo e o tema do sermão que aqui teve lugar, logo após a construção (séc. XIII) já no declinar da Idade Média.
Terá sido, por certo, bem diferente o estilo das homilias durante o tempo de segurança máxima do reinado de D. Afonso III em comparação com os tempos do seu sucessor, D. Diniz, que se dedicou à consolidação, pacificação e desenvolvimento económico do território do reino.
E... etc., etc., por aí fora, vagueei no tempo e na história imaginando as ligações, as relações e as dificuldades entre, e dentro, das três classes em que se dividia a sociedade daquela época.
quarta-feira, julho 12, 2017
segunda-feira, julho 10, 2017
sábado, julho 08, 2017
Amanhecer DLV
Altitude, 10.000 metros
(Algures sobre o Atlântico)
Estremunhado, mal dormido, mal disposto, olho pela janela e a realidade lá fora, não me dá que pensar - desvio o olhar e fico-me pela virtualidade...
(Algures sobre o Atlântico)
Estremunhado, mal dormido, mal disposto, olho pela janela e a realidade lá fora, não me dá que pensar - desvio o olhar e fico-me pela virtualidade...
segunda-feira, julho 03, 2017
Amarras do tempo
PRAIA DO DAFUNDO
(Lisboa)
Com o passar do dos anos, o tempo foi compactando nas camadas da minha memória, muitos conceitos, expressões, palavras em português, francês, castelhano, inglês e até em italiano;
essa arrumação foi de tal modo complexa (ou desordenada) que agora, parece haver palavras que estão amarradas bem lá no fundo da memória e teimam em não se soltar para concatenar as frases de lógica encadeada do meu pensamento;
e o pensamento imparável, escorre como areia fina numa ampulheta, de tal forma que eu não consigo fixar na ideia uma mensagem com nexo para deixar aqui exposta;
percebo entretanto uma coisa: quanto menos escrevo, menos leio e mais se avoluma a falta de interesse no exercício mental, mais aumenta a resistência à mudança - é apatia intelectual.
domingo, julho 02, 2017
A Fonte 669
BARCA D'ALVA
Interessante? Nem por isso. É apenas mais um fontanário (com torneira de água corrente) forjado em ferro nos meados do século passado.
sábado, julho 01, 2017
Amanhecer DLIV
BARCA D'ALVA
A foz do Águeda, no Rio Douro, um entrecruzamento de rios e de fronteiras Portugal-Espanha.
A foz do Águeda, no Rio Douro, um entrecruzamento de rios e de fronteiras Portugal-Espanha.
quarta-feira, junho 28, 2017
a Fonte 668
GUIMARÃES
Como estou mais uma vez de visita à "cidade berço", com esta vaga de calor imenso aproveito para deixar aqui uma pequena onda de frescura - que o digam os passarinhos que esvoaçando por esta alameda do centro da cidade, vêm aqui lavar as penas e matar a sede.
Quem é, ou pretende representar, a figura no pedestal? Não sei.
Quando foi feita e quem foi o autor da obra? Também não sei... mas não estou lá muito "ralado" com isso!
terça-feira, junho 27, 2017
o Santo azulejo
GUIMARÃES
(Igreja Nossa Senhora do Carmo)
Este enorme painel, fixado em 1940, na parede exterior da igreja, é impressionante. Para mim é um trabalho que representa muito bem a superior qualidade da azulejaria em Portugal - uma obra de arte e tecnologia.
segunda-feira, junho 26, 2017
Mais um Coreto
Paul
(Covilhã)
Terreiro do Santuário de Nossa Senhora das Dores, no Paul, um lugar na vertente sul da Estrela, a Cova da Beira.
O povoado desenvolveu-se num verdejante e largo vale irrigado pela Ribeira do Caia, que nasce na Serra da Estrela e desagua, não muito longe daqui, no Rio Zêzere.
Quando estou perto de um coreto como este, parecido com o da terra dos meus avós, acorre-me sempre um pouquinho de nostalgia. O coreto, é um símbolo presente nas minhas memórias de infância e juventude:
(Covilhã)
Terreiro do Santuário de Nossa Senhora das Dores, no Paul, um lugar na vertente sul da Estrela, a Cova da Beira.
O povoado desenvolveu-se num verdejante e largo vale irrigado pela Ribeira do Caia, que nasce na Serra da Estrela e desagua, não muito longe daqui, no Rio Zêzere.
Quando estou perto de um coreto como este, parecido com o da terra dos meus avós, acorre-me sempre um pouquinho de nostalgia. O coreto, é um símbolo presente nas minhas memórias de infância e juventude:
muitas horas de brincadeira, a jogar à "apanhada" com os "putos" do meu tempo, durante as chamadas férias grandes na zona Saloia.
a alegria da banda filarmónica, ou do "cavalinho" tocando música popular para animar as feiras e romarias da aldeia.
domingo, junho 25, 2017
a Fonte 667
Fonte da Imperial
(Largo do Intendente, (Lisboa)
Uma fonte pensada para bem servir os foliões das noites de festa dos santos populares - S. António, S. João e S. Pedro.
sábado, junho 24, 2017
Amanhecer DLIII
(Lisboa)
Como foi?
Bom!? Sim e não: talvez alguns momentos bons para recordar, outros menos maus que acabam por se desvanecer, como diz o hino, "entre as brumas da memória" e ainda uns quantos para esquecer, ou melhor, para não lembrar.
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