terça-feira, outubro 18, 2011

A Fonte 582


AREIAS (Ferreira do Zêzere)

Entre a "Venda dos Tremoços" e a "Aldeia dos Gagos", onde fui parar um dia destes, por acaso, ao procurar um atalho (caminhos novos) desde a N110 para a N238 e seguir depois para Dornes.
Uma pequena aldeia com uma grande património histórico, como é exemplo a Igreja Matriz (Nossa Senhora da Graça) e os restos de uma Torre Templária de estranha denominação - Torre do Langalhão ou da Murta, ou do Ladrão Guião.

segunda-feira, outubro 17, 2011

Baralhado


Eu não sei bem quem tu és
Sei que gosto dos teus pés
Do teu olhar atrevido

Tu baralhas-me a razão
Invades-me o coração
E eu ando um pouco perdido

domingo, outubro 16, 2011

A Fonte 581


Na parede lateral da Igreja Matriz de DORNES,
esta fonte foi homenagem dos paroquianos locais ao Padre Artur Mendonça das Neves, em 12 de Outubro de 1968 que nessa data cumpria os primeiros 10 de 50 anos que esteve ao serviço desta paróquia.
Dornes é vila de poucos habitantes concentrados em poucas casas dispostas em meia dúzia de ruelas apertadas e íngremes, que convergem no largo da Igreja Matriz e Torre Templária bem no cimo de um penhasco, istmo e miradouro com uma extraordinária vista sobre a albufeira do Zêzere.
Desde há muitos anos - vinte e tal - que este lugar é visita obrigatória nos meus passeios pela região.

sábado, outubro 15, 2011

Amanhecer CCLXXXIX


"Nem mais, nem ontem!"
Não sei a que propósito veio aqui parar esta tradicional expressão da língua portuguesa popular - ou era para começar a escrever qualquer coisa que passou indelével pela minha mente, ou, simplesmente veio-me à cabeça, ocorreu-me e... pronto. Estou muito pior!

A imagem que, não tenho a certeza mas, creio não ter nada a ver com isto, é actual, é de hoje.
São os "Brincos de Princesa" do meu quintal, que refloresceram de forma extraordinária, nestes primeiros quinze dias de Outubro, princípio de Outono, que mais parece o final de Primavera.
Assinalo assim, com esta visita à florista, o regresso à Net, do "Fotociclista".

terça-feira, junho 14, 2011

A Fonte 580


Mais uma Fonte dos Amores (Ortiga, Mação),
como tantas outras que temos visto por este mundo fora,
dedicadas aos amores infelizes, aos amantes desditosos,
"Pedro e Inês", "Romeu e Julieta" ou ainda "Tristão e Isolda"



…quero-vos eu tal ben
Qual mayor poss’ e o mui namorado
Tristan sey ben que non amou Iseu
quant’ eu vos amo, esto certo sey eu…


(uma cantiga em que o rei-poeta português D. Dinis, compara o seu amor por uma donzela com o de Tristão por Isolda)

sábado, junho 11, 2011

Amanhecer CCLXXI



Não foram poemas nem rosas
Que colheste no meu colo
Foram cardos, foram prosas
Arrancadas do meu solo

(1981 - Talvez o mais conhecido poema de Miguel Esteves Cardoso e certamente a mais conhecida canção interpretada por Manuela Moura Guedes)

segunda-feira, junho 06, 2011

A Fonte 579



Vale do Jamor (Cruz Quebrada)

Tem uma data - 1849 - passaram 162 anos neste tanque de regadio da antiga quinta.

sábado, junho 04, 2011

Amanhecer CCLXX



Imagem bonita para uma canção igualmente bonita, mas triste, que não me sai da cabeça desde há alguns dias.

Seasons in the Sun

«Goodbye, my friend, it's hard to die
When all the birds are singing in the sky,
Now that the spring is in the air,
With the flowers everywhere,
I wish that we could both be there!»

(Terry Jacks, 1974 - versão inglesa de "Le Moribond" de Brel)

quinta-feira, junho 02, 2011

a ver navios 114



Quando as palavras não são tão dignas quanto o silêncio,
é melhor estar calado a ouvir, a ver e... esperar.

segunda-feira, maio 30, 2011

Rodas do Tempo (4)



Dos nossos medos
nasce a nossa coragem
e nas nossas dúvidas
vivem as nossas certezas.
Os sonhos anunciam
outra realidade possível
e os delírios outra razão.
Na desorientação
esperam-nos achados
porque é preciso perdermo-nos
para nos voltar a encontrar.

(Eduardo Galeano)

sábado, maio 28, 2011

Amanhecer CCLXIX



Lisboa

Não é um sítio qualquer
É Lisboa, cidade do Tejo
A minha cidade mulher
Quase tudo o que desejo

Despertar DCCII

Praia das Maçãs, Sintra Acontece por vezes, após uma noite de mar agitado, com ondas alterosas fustigadas por ventos fortes e sabe-se lá qu...