terça-feira, março 17, 2009

a fonte 354

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Ora aqui está - "Monte Abraão" (Queluz) também tem uma fonte.

domingo, março 15, 2009

a fonte 353

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Rogel - uma aldeia no concelho de Mafra.
Pela coloração castanho-ocre da fonte, dá ideia que a água deve ser bastante férrea, mas ainda assim a água desta fonte de Santo António, pode-se beber.

Amor em Portugal (7)



...e as Gaivotas também!

Deixa-me que te diga
Não estás bem assim

Minha querida amiga
Chega-te mais a mim


sexta-feira, março 13, 2009

A Infusa

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Mãe Infusa

Ainda estão por dizer
as púdicas confidências
do tempo em que era possível
ouvir as hortênsias.

No quintal de incontinente
o maracujá enlanguescia
e pedra a pedra se reconstruía
a casa infinitamente.

Teu rosto ainda não vagueava
na noite fria do retrato.
Em que desmemoriada candeia
derramaste oh mãe o azeite intacto?


(Natalia Correia, 1966)

quinta-feira, março 12, 2009

a fonte 352

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Já que andamos a pensar em navios,
aqui está uma das tais fontes-lavadouro (mais uma obra pública típica da região Saloia) que encontrei próximo de "St. Estêvão das Galés" - freguesia do concelho de Mafra.

a ver navios 67

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O Fotociclista, literalmente, "apanhado a ver navios", no estaleiro.

Não fora o caso de eu me sentir enjoado, quando estou muito tempo a bordo de um barco parado e a solução ideal para a minha futura casa, seria um destes "barquitos".

Quando era novo, antes de assentar num emprego fixo, pensava sempre nas hipóteses de vir a ser camionista ou marinheiro - até me inscrevi na Escola Naval antes de ser chamado para a tropa.

E depois... a vida dá muitas voltas, mas ainda hoje gosto de estar à beira do Tejo - espreitando por entre as rimas de contentores - a ver o movimento dos barcos.
E sempre que tenho umas horas livres, respondendo ao ancestral apelo à navegação, lá vou eu, dar um passeio até à "Outra Banda", ida-e-volta num Cacilheiro.

quarta-feira, março 11, 2009

O Amor em Portugal (6)

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Começou a época do acasalamento da passarada.

Em terra, no ar e até no mar,
podemos observar algumas curiosas exibições machistas.
Foi o caso, deste casal de Cagarras, apanhados em flagrante.

a fonte 351


Mais ou menos aos 20 kms de pista, surge enfim uma "mina" e aproveitamos para uma refrescante pausa na excursão.

É uma nascente natural de água cuja pureza, infelizmente, não temos garantias, depois da catástrofe desencadeada pelos antigos donos da Mina de S. Domingos, os queridos amigos ingleses.
Ao abandonar a exploração, os "fdp fizeram o favor de deixar" inundar todas as galerias da mina, para impossibilitar qualquer hipótese de aproveitamento futuro da coisa - «já que não era p'ra eles... não era p'ra mais ninguém!»

Depois disto, é mais que provável a infiltração de águas ácidas nos veios aquíferos subterrâneos de toda a região.

terça-feira, março 10, 2009

Fim da Linha


Pomarão.
Rio Guadiana.
Foz da Ribeira do Chança

Ruínas do terminal do Cais de carga de minério da mais antiga linha de comboio de Portugal que ligava a Mina de S. Domingos ao Guadiana.
A minha primeira visita a este lugar aconteceu há alguns dias.
À chegada, fiquei estupefacto, mais do que isso, boqueaberto.
Mas não foi por causa da impressionante vista de frente do paredão da barragem do Chança, nem da travessia da Ponte nova, que aqui mesmo sobre a foz do Chança, liga Portugal e Espanha.
Realmente, a paisagem é... inesquecível, mas o que guardo na lembrança é algo (fantástico!?) que não sei bem explicar - qualquer coisa no ar, na terra, no rio, uma estranha impressão... que, ao coincidir com o por-do-sol, me carregou o espírito de melancolia, para o resto do dia e da noite.
Fica por (d)escrever esse resto.

segunda-feira, março 09, 2009

a fonte 350


Numa breve passagem por Lisboa, a minha, sempre bela cidade.

Tenho a mania de passar por aqui, junto à Fonte, talvez para ver se lá estão as floristas de antigamente, que traziam mais colorido e frescura àquele espaço, sobretudo com os seus molhos de cravos de todas as cores.

Reparei no HOTEL INTERNACIONAL - lavado, pintado de fresco - ora aqui está um edifício, recuperado, bem conservado e bem aproveitado.

Noite Parada

Retido em Casa - dia 29 O nevoeiro cerrado adensa o silêncio e as sombras da noite. Não há movimento na rua - está toda a gente fechad...