domingo, novembro 16, 2008

a Fonte 303


Ah, se ao menos houvesse mais gente a andar de Bicicleta em Lisboa...
eu não me sentiria tão anormal.

sábado, novembro 15, 2008

Amanhecer CXLIV


Às vezes, tenho que ficar calado... à espera que passe a vontade de dizer asneiras.
Não vou dizer mais nada.

sexta-feira, novembro 14, 2008

a Fonte 302


Estamos de volta à belíssima Aldeia de Pragança.
Na segunda passagem por este lugar da Serra do Montejunto (que merece segunda visita) apanhei mais esta fonte, que não é histórica(*).

É uma fonte portuguesa, tradicional nas zonas rurais, feita de alvenaria, caiada, com pequenos paineis decorativos, de azulejo.
Um tanque reservatório com água corrente, utilizada para rega, lavagens e para dar de beber ao gado.
Uma bica para encher as bilhas ou outros continentes, de onde se pode beber directamente a água pura, fresca e limpa da nascente nos contrafortes calcários do Montejunto.
NÃO TEM O TÍPICO LETREIRO - "ÁGUA IMPRÓPRIA PARA CONSUMO".
(*)
Felizmente para mim, que ando a ficar muito atreito a "gafes" na história das coisas que aqui escrevo ou descrevo, seja por desatenção, ou por ignorância.

quinta-feira, novembro 13, 2008

a ver navios 44


No cais da Rocha do Conde de Óbidos.
Espreitando por entre grades e contentores, lá consegui enquadrar numa fotografia, este bocadinho do "monstruososo" hotel flutuante que transporta através dos mares, 777 quartos, alojados em 250 metros de comprimento e 9 ou 10 andares de altura.

quarta-feira, novembro 12, 2008

a Fonte 302


Caneças, terra de muitas nascentes de água.

A água da região começou a ser conduzida até à cidade, na era Romana, através de aquedutos.

No séc. XVIII, D. José I de Portugal, mandou construir o Aqueduto das Águas Livres, para a mesma função.

Nos meados do século XX, os Saloios encarregavam-se de fornecer um suplemento de água fresca a Lisboa, distribuindo ao domicílio, bilhas de barro com água de Caneças. Ainda há na Vila, duas ou três fontes, particulares, que serviram essa importante actividade.
Não é o caso desta - trata-se de simples uma obra municipal post indústria (ou comércio) das Bilhas - no largo pricipal da Vila.

Penso Rapido (7)


«No fim do jogo, o Rei e o Peão vão para dentro da mesma caixa.»

Eis uma verdade que pode servir de certo consolo aos pobre e infelizes
e ao mesmo tempo instilar alguma humildade nos ricos e poderosos.

terça-feira, novembro 11, 2008

a Fonte 301


Mais uma passagem pelo Rossio de Lisboa.
Uma vista assim, (de noite e com água a correr) ainda não tinha publicado.

(mas preciso repetir, para tentar melhorar - esta não saiu lá grande coisa)

a ver navios 43


D'O Velho se faz novo!
É um ditado popular.
Para alegria do povo,
Ele vai voltar ao mar.

segunda-feira, novembro 10, 2008

a Fonte 300


Há dias assim... parvos.

Quando a filosofia dá para me transtornar o pensamento, não se aproveita nada.
Congelam-se-me todas as outras ideias que não sejam racionais, transcendentais.

Por causa disso, a fonte do dia, hoje é para aquecer... as mãos ou as ideias.
Não é uma, são três fontes de calor - 300 Watts.

Autoretrato 59


Procurei neste espelho, a imagem de um condenado a quem deram apenas um mês - é o tempo que me resta para viver... como cinquentão.
Foi o que esta manhã, alguém (mais velho do que eu) fez o favor de me recordar - falta só um mês para dar inicio à contagem de mais um decénio:

«Meu amigo, começaste a consumir os últimos trinta dias da tua década dos cinquenta!», disseram-me, «meu querido, agora, bem podes pôr de lado o pé-de-meia e pensar antes em pôr de parte alguma energia de reserva para enfrentar as incertezas que aí vem...»

Energia - cada vez mais importante, a poupança de Energia (física e anímica), que com a idade, vai ficando mais e mais valorizada, chegando a pontos de ser incrivelmente mais valiosa do que as economias guardadas no banco, na conta poupança-reforma.

Incerteza - por nunca antes ter sido vivida por mim, a década que se aproxima. Por não saber ainda, como é, viver com sessenta anos atrás. Será uma novidade, seguir o caminho da vida transportando comigo sessenta anos de memórias.

Obrigadinho! Digo eu, mas... já não é novidade e é uma certeza, que a novidade e a incerteza, serão sempre parte integrante de cada novo dia que está por vir. De maneira igual para toda a gente, pois ninguém sabe o que está para vir - só os inconscientes, ou os bruxos, se os houver..?
Há dias em que a gente não devia acordar. Devíamos ficar a dormir até ser o dia seguinte...

domingo, novembro 09, 2008

a Fonte 299


"Quinta do Castro", (Pragança)

Opção para um passeio com almoço fora do comum (*) requintado (e nem é caro) num dia bonito de sol aberto e sem vento como este Sábado.

Não serão mais de 50 kms, desde Lisboa, sempre por boas estradas, até à aldeia de Pragança.
Isso mesmo, Bragança (com Pê), tem localização privilegiada no sopé das fragas rochosas da montanha de Montejunto.
Uma aldeia pré-histórica, muito antiga mas limpinha, arrumadinha, arejada e luminosa, que tem muito que ver, principalmente a vista deslumbrante, que desde lá de cima dos seus 500 metros de altitude, alcança o mar da costa Oeste.

(*) O Bacalhau à Quinta do Castro é diferente, especialmente bom.
E melhora se bem acompanhado com um Cerejeira Tinto, da "Quinta do Sanguinhal".


Despertar DCCII

Praia das Maçãs, Sintra Acontece por vezes, após uma noite de mar agitado, com ondas alterosas fustigadas por ventos fortes e sabe-se lá qu...