terça-feira, julho 22, 2008

ao de leve

AMPLIAR
Há três anos e tal que escrevo aqui coisas;
há igual tempo que preparo fotografias (quase exclusivamente tiradas por mim) para acompanhar ou documentar ou fundamentar os escritos.
Não tenho dito, isto é transmitido, até agora, quase nada de importante; para quem tem mais em que pensar; seja, por exemplo, como conseguir dinheiro para pagar as prestações da casa, do carro, as contas do telemóvel, da TV Cabo e do cartão de crédito e ainda assegurar o fornecimento de combustível para andar de automóvel.
Blogar é divagar;
é escrever a pensar em alguém que não é ninguém em especial; comunicar para além do que está acessível; longe da vista, fora do espaço do círculo auditivo; evocando a inspiração imaterial, desligando o sistema sensorial, ficamos a enviar mensagens para o além, sem tempo, sem conta, sem querer - é tudo o que faz não pensar em mais nada… muito ao de leve.

a ver navios 20


mais um que se vai embora
não tarda nada ficamos sós;
o que mais eu queria agora
era ter um espaço para nós.

segunda-feira, julho 21, 2008

assim, assim...

Ampliar
Ou, assim como assim, tanto faz... tanto faz o quê?

Publicar como não publicar; escrevinhar o que não sei pensar; resumir o dia de sensações apagadas; nada, nulo, zero, insensível, invisível, impossível; não existe, não presta, não tem princípio, nem meio termo, nem nada que se pareça com alguma coisa inteligível.

Porque, neste tempo de vacas magras, o que faz falta?
Pois, pois, não é animar a malta; o que a malta precisa é de virar as coisas do avesso; ver o horizonte pelo outro lado; do lado de lá da história; onde o mundo acaba e começa a memória; não há fuga, não há desvio, não é intervalo, é o fim do tempo.

domingo, julho 20, 2008

a Fonte 258


Duas em uma.
No sítio de Ribas de Cima, freguesia de Fanhões (Loures), conhecida pela "Terra dos Calceteiros" - lugar de onde eram naturais os mais habilidosos calceteiros que criaram a tradicional "calçada portuguesa" dos passeios de ruas, largos e avenidas de Lisboa.

sábado, julho 19, 2008

sexta-feira, julho 18, 2008

o Trevo



Quatro folhas tem o trevo
Que cresce no meu quintal.
A colhê-lo, não me atrevo,
Deixa crescer, não faz mal.

Cinco pétalas tem a flor
Do trevo de quatro folhas.
Sinto a sorte do teu amor
Sempre que tu me olhas.

a ver navios 19


Embarcados nesta viagem
Que é a vida aqui na Terra,
Onde a Paz é uma miragem
Que justifica toda a guerra.

quinta-feira, julho 17, 2008

a Fonte 257


Então não é que todas as 4 bicas desta fonte jorravam "Gaeiras Branco" reserva 2006, fresquinho - um verdadeiro manancial, pelo menos três garrafas - para acompanhar as entradas, "Alheira Avinagrada" e "Maranhos".

quarta-feira, julho 16, 2008

Teu olhar


O brilho do teu olhar
ofusca as estrelas do ceu.
Ó filha vai-te deitar
quem manda aqui sou eu.

Despertar DCCII

Praia das Maçãs, Sintra Acontece por vezes, após uma noite de mar agitado, com ondas alterosas fustigadas por ventos fortes e sabe-se lá qu...