Caxias, estrada marginal, cinco e meia da tarde.
De súbito, percebo que é quase noite.
Esta coisa da mudança para a Hora de Inverno, não dá jeito nenhum.
Ainda me faltam alguns kms para chegar a casa - já tenho que ligar a luz da bicicleta.
Desde há 2 ou 3 anos que comecei e não consigo deixar esta treta de "postar num blog", todos os dias, uma, duas ou mais fotografias quase sempre originais (por vezes muito, outras vezes nem tanto), acompanhadas de meia dúzia (muitas vezes, serão mais) de linhas de texto.
Textos a condizer ou a contradizer, ou na maioria dos casos a não quererem dizer nada; combinar umas quantas letras para montar algumas palavras arranjadas em frases que exprimam qualquer coisa que não precisamos sentir.
Sentimentos, emoções, paixões, ideias, impressões, manias, fobias e outras porcarias mais ou menos interessantes - euforia ou depressão - talvez? Não?


o tempo está sempre aí, em todo o lado, em todos os momentos, à disposição de quem o quiser utilisar. Ou gastar.
Quando gastamos tempo, estamos a perder tempo?
Para perder tempo, é preciso ter tempo. E para ter tempo é forçoso encontrá-lo algures no tempo, ou seja há que perder tempo à procura de tempo para... usar e deitar fora, só para passar tempo.
Pois, afinal acontece o mesmo com as coisas materiais. Para as perder, precisamos de ter. E parar as ter há que as procurar e encontrar.
Malaca (na Malásia) foi um dos três pontos-chave, juntamente com Goa e Ormuz, que deram a Portugal o controlo sobre as principais rotas Asiáticas do comércio.
Depois da conquista, Afonso de Albuquerque ordenou de imediato a construção de uma fortaleza na margem Sul do rio.
Esta fortaleza, de S. Tiago, completada em Novembro de 1511, foi conhecida como "A Famosa".
Ruy de Brito Patalim foi então nomeado Capitão da Fortaleza de Malaca em cuja guarnição se contavam cerca de 500 soldados Portugueses.

Pronto? É tudo o que há para dizer sobre esta imagem?
Pois claro que
não(.) havia muito mais coisas - ideias - para exprimir em palavras.
Mas,
Primeiro,
dizem que uma imagem vale mais que mil palavras e também dizem
Segundo,
que palavras, leva-as o vento - então a pretensão ficou-se pela intenção.
Intenção com muito pouca intensão, quer dizer pouca intensidade;
e depois, como é sabido, de muito boas intenções está o inferno cheio, não é, a coisa foi-se.
Ora bem, esvaiu-se, desvaneceu, foi um ar que lhe deu, ou foi ao ar.
E quem vai ao ar perde o lugar, por isso, já não há lugar para mais explicações.
Terceiro,
Como para bom entendedor, meia explicação basta, do que não disse mas era para dizer, que não sei o que era, está tudo dito!
Como diria o meu amigo Marcelo: "tá feito e não mexe mais!"
«Os resultados obtidos indicam a importância arqueológica do sítio.
Trata-se de um povoado pré-histórico, ocupado em distintos momentos. A abundância de mós manuais indica certamente o carácter agrícola da ocupação, e os pesos de tear demonstram uma provável actividade pastorícia. A presença destes com 4 perfurações e ângulos vivos, os recipientes cerâmicos maioritariamente lisos e alguns bordos espessados recolhidos, parecem demonstrar a ocupação de um momento tardio do Neolítico Alentejano.»
Arqueóloga, Mariana Teodósia Lemos Castelo-Branco
Praia das Maçãs, Sintra Por vezes, parece que é o fim, mas entretanto, ao despertar, abrimos os olhos e... a vida continua!