quarta-feira, outubro 31, 2007

TOP ROCK


Hard Rock.
G'anda Pedra!.. devia ter o gajo que se lembrou de construir a casa em cima dum Matacão do Caraças, ou Pedregulho do Caneco, como este.

terça-feira, outubro 30, 2007

a Fonte 154


Vem da Bélgica, esta imagem, por gentileza da Cristina.
Obrigado.
Por enquanto, só sei que é uma das muitas fontes de Bruxelas.
Não sei quem a fez, ou mandou fazer, porquê, em que ano, etc.
Como acontece com tantas outras afinal, que aqui já publiquei.

Jornalista


É estranho este prazer que se sente (ao) em escrever para o mundo.

Desde há 2 ou 3 anos que comecei e não consigo deixar esta treta de "postar num blog", todos os dias, uma, duas ou mais fotografias quase sempre originais (por vezes muito, outras vezes nem tanto), acompanhadas de meia dúzia (muitas vezes, serão mais) de linhas de texto.
Textos a condizer ou a contradizer, ou na maioria dos casos a não quererem dizer nada; combinar umas quantas letras para montar algumas palavras arranjadas em frases que exprimam qualquer coisa que não precisamos sentir.
Sentimentos, emoções, paixões, ideias, impressões, manias, fobias e outras porcarias mais ou menos interessantes - euforia ou depressão - talvez? Não?


Quando despacho o post do dia, "Porreiro, dever cumprido!"
Num dia, "Ó! Que inspiração, hoje!"
No outro dia, "Ummm... ideias parvas!"
Às tantas, "Não tenho nada para escrever?"
Ontem, "Acho que estou a ficar farto desta coisa..."

Hoje, "Bem, chega de conversa. Vamos lá seleccionar a foto."

segunda-feira, outubro 29, 2007

Censurado


PAISAGEM

As traineiras abrigam-se na barra,
Os mastros em fantástico arvoredo.
São peixes coloridos, de brinquedo,
E eu o triste rapaz que solta a amarra.

Os telhados reúnem-se no largo,
Assembleia de pobres e crianças.
Em falas, cantos cobram-se esperanças.
Homens chegam do mar com rosto amargo.

Lá baixo a vaga escreve na muralha
a história destes muros. Toda em brios
salta adiante o Baleal e falha.

E na gávea da velha fortaleza,
Fico a seguir o rumo dos navios,
Num choro de asas de gaivota presa.


(Carta de um preso político português, Peniche 1958)

sábado, outubro 27, 2007

Amanhecer LXXXIX



Mais um Sábado de manhã, à "Porta da Liberdade", na Fortaleza de Peniche.


Um radioso dia de Outono quente, com aquele especial "degradé" de azul, que temos o privilégio de poder apreciar, muitas vezes, no céu de Portugal, à beira-mar.

sexta-feira, outubro 26, 2007

a Fonte 153

Essa fica em Bruxelas.
E pode ver-se no Blog da Cristina "etat d'âme"

a Escrita


Oh, mas há quanto tempo não escrevo aqui nada de jeito?
O Fotociclista bastante desinspirado?
É somente falta de tempo.
Falta não! Toda a gente tem tempo. O que não falta aí é tempo. Ele há tempo para tudo e mais alguma coisa... e ainda sobra!

Explico:

o tempo está sempre aí, em todo o lado, em todos os momentos, à disposição de quem o quiser utilisar. Ou gastar.
Quando gastamos tempo, estamos a perder tempo?
Para perder tempo, é preciso ter tempo. E para ter tempo é forçoso encontrá-lo algures no tempo, ou seja há que perder tempo à procura de tempo para... usar e deitar fora, só para passar tempo.
Pois, afinal acontece o mesmo com as coisas materiais. Para as perder, precisamos de ter. E parar as ter há que as procurar e encontrar.

Esta conversa fiada toda, só para dizer que:

- não me sobra nada do tempo gasto, melhor dizendo, consumido na passagem à escrita (mais ou menos legível e coerente) das notas de viagem que compõem as "Cartas de Passeante".

Mas que gaita de passatempo!!!

terça-feira, outubro 23, 2007

a Fonte 152


Estrada Montemor-o-Novo / Évora

Malaca (na Malásia) foi um dos três pontos-chave, juntamente com Goa e Ormuz, que deram a Portugal o controlo sobre as principais rotas Asiáticas do comércio.
Depois da conquista, Afonso de Albuquerque ordenou de imediato a construção de uma fortaleza na margem Sul do rio.
Esta fortaleza, de S. Tiago, completada em Novembro de 1511, foi conhecida como "A Famosa".
Ruy de Brito Patalim foi então nomeado Capitão da Fortaleza de Malaca em cuja guarnição se contavam cerca de 500 soldados Portugueses.

Autoretrato 20


Espreitando para a piscina que está do lado de dentro.
Eu do lado de fora, no jardim do Hotel Colina do Castelo.

Pronto? É tudo o que há para dizer sobre esta imagem?
Pois claro que
não(.) havia muito mais coisas - ideias - para exprimir em palavras.
Mas,
Primeiro,
dizem que uma imagem vale mais que mil palavras e também dizem
Segundo,
que palavras, leva-as o vento - então a pretensão ficou-se pela intenção.
Intenção com muito pouca intensão, quer dizer pouca intensidade;
e depois, como é sabido, de muito boas intenções está o inferno cheio, não é, a coisa foi-se.
Ora bem, esvaiu-se, desvaneceu, foi um ar que lhe deu, ou foi ao ar.
E quem vai ao ar perde o lugar, por isso, já não há lugar para mais explicações.
Terceiro,
Como para bom entendedor, meia explicação basta, do que não disse mas era para dizer, que não sei o que era, está tudo dito!
Como diria o meu amigo Marcelo: "tá feito e não mexe mais!"

segunda-feira, outubro 22, 2007

a Fonte 151

Fonte de Patalim

(Restaurante na Estrada Nacional Évora - Montemor)

Relatório de sondagens arqueológicas na Auto-Estrada A6
«Os resultados obtidos indicam a importância arqueológica do sítio.
Trata-se de um povoado pré-histórico, ocupado em distintos momentos. A abundância de mós manuais indica certamente o carácter agrícola da ocupação, e os pesos de tear demonstram uma provável actividade pastorícia. A presença destes com 4 perfurações e ângulos vivos, os recipientes cerâmicos maioritariamente lisos e alguns bordos espessados recolhidos, parecem demonstrar a ocupação de um momento tardio do Neolítico Alentejano.»
Arqueóloga, Mariana Teodósia Lemos Castelo-Branco

sábado, outubro 20, 2007

Amanhecer LXXXVIII


Ceu limpo na manhã do Cabo Carvoeiro.

Com vista para o grande pedregulho que chamam a Nau dos Corvos.
Lá longe, na linha do horizonte, as Berlengas.

Noite Parada

Retido em Casa - dia 29 O nevoeiro cerrado adensa o silêncio e as sombras da noite. Não há movimento na rua - está toda a gente fechad...