terça-feira, julho 31, 2007

a Fonte 129


Mais uma de que não sei o nome.
Desapareceu há uns tempos.
Ficava ali para as Azenhas do Mar.

terça-feira, julho 24, 2007

a Fonte 128


Disseminadas pela planície da Várzea de Vilamoura, encontram-se diversas destas estranhas fontes(?), umas maiores, outras mais pequenas...

domingo, julho 01, 2007

a Fonte 126


Já vão longe os tempos em que a alegria do arraial dos Santos Populares rodeava as bicas deste chafariz.

Largo dos Trigueiros - Mouraria, Lisboa.

sexta-feira, junho 29, 2007

a Fonte 125


(Fonte dos Ladrões, Sintra)

Mariana ao chegar à fonte,
Descalçou os tamanquinhos.
Estafada de subir o monte,
Vem refrescar os pèzinhos.

Estava na conversa, distraída
Quando um marau ali passou
E de rompante, numa corrida
Os tamanquinhos lhe roubou.

Que azar lhe havia de suceder
Pobrezinha, desditosa pequena
Agora vai ter muito que sofrer
A caminhar descalça. Que pena!

Altos e Baixos


Cá em baixo:
- a fachada da Igreja do Socorro, a antiga Mesquita da Mouraria.
Lá no alto:
- o frontão e a torre da Igreja da Graça, antigo Mosteiro Agostiniano.

quinta-feira, junho 28, 2007

a Fonte 124


Na íngreme Rua de Sotto Mayor, eis uma fontinha que tem direito a uma descrição à maneira de historiador (copiada do site da CMS):


"Pequeno chafariz de concepção revivalista inscrito em arco trilobado, de pedra
tosca.
Um painel de azulejos neo-mudéjares, serve de espaldar ao fontanário finamente esculpido em mármore rosado.
Assente em plinto rectilíneo, o tanque moldurado com duas pias interiores é alimentado por torneira que sobressai do torso sextavado, ornado de rosetas e semi-esferas.
A este sobrepõe-se fuste de feição circular, sustentando a escultura naturalista de uma águia que segura, nas garras, cartela pendente com a inscrição: C.M.S. MCMXV."

a Pele


Muitas casas do centro da cidade (Lisboa) estão a precisar de operações de estética.
Têm a pele está a cair por causa dos anos de exposição ao sol, ao ar do mar, à poluição do ar, ao passar do tempo, ao abandono.

quarta-feira, junho 27, 2007

a Fonte 123


Outra na Várzea de Sintra
Com parede feita de barro.
A água desta fonte pelintra,
Só serve p'ra lavar o carro.

É uma obra bem desengraçada;
Nem merece ficar na memória.
Que fotografia mal empregada
Desta fonte não reza a história.

(OBicho, 2007)

terça-feira, junho 26, 2007

o Baton


Batom Grená

A moça dos meus sonhos
Me apareceu pelo salão
No olhar me sugerindo
Mil fantasias ao coração

A dama se enrolou
De charme em seu boá
Na boca a tentação
De um batom grená

Um dia eu talvez queira
Esse batom só pra mim
Manchando os meus lençóis
De poesias e amor sem fim


(Thereza Tinoco)

Noite Parada

Retido em Casa - dia 29 O nevoeiro cerrado adensa o silêncio e as sombras da noite. Não há movimento na rua - está toda a gente fechad...