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segunda-feira, junho 25, 2018

A Fonte 718


Arcozelo (Ponte de Lima)

Próximo do "Albergue dos Peregrinos", na margem direita do rio Lima, à saída da ponte medieval.

Nada de especial a dizer, por agora, acerca desta fonte situada numa rua de acesso ao parque de merendas (Campo do Arnado) e praia do rio.
Fica por contar um pouco da história da família "Labrujó" (a minha ascendência materna), cuja origem se encontra entre os vales do Rio Minho e do Rio Lima.
Vou novamente de viagem para sul, muito para sul...

quarta-feira, junho 20, 2018

A Fonte 717


Caminha (Portugal)

Pausa maior na viagem de muitos quilómetros - o descanso, o relaxamento, a despreocupação, afinal estou de regresso às terras, aos usos e costumes de Portugal.
Estou, praticamente em casa, pois Caminha, Cerveira e Valença do Minho, são terras ligadas à minha  ascendência materna, especialmente, Valença, onde hoje parei apenas por alguns minutos, o tempo suficiente para tomar um café, no lugar do costume, e seguir viagem sem visitar a família.

domingo, junho 17, 2018

A Fonte 716


Praça de Cervantes (Santiago de Compostela, Galícia)

A coluna da fonte é encimada pelo busto de Miguel Cervantes de Saavedra, o autor de "D. Quijote de la Mancha".
Na Baixa Idade Média (século XII) este lugar era o ponto de reunião popular onde o pregoeiro lia as posturas municipais e as ordenanças do Arcebispado.
No fundo da praça, à esquerda, lá está a "Casa Manolo - a cien pasos da Catedral, comida tradicional gallega, com doce platos primeros y doce segundos, abundantes y a buen precio!"
Para mim, o especial do dia - duas postas de "merluza a la plancha".

sexta-feira, junho 15, 2018

A Fonte 715



"Fonte dos Cabalos" (Santiago de Compostela, Galícia)
Uma das fontes mais fotografadas da Europa, logo depois da imponente "Fontana de Trevi" em Roma e da insignificante "Manneken Pis" em Bruxelas.
Este ponto de passagem e paragem obrigatório para quem pretende visitar a Catedral, pois situa-se no largo onde se está a única porta de entrada actualmente em serviço, devido às obras de restauro da Igreja dedicada ao Apóstolo São Tiago Maior.
Chegámos pelas 7 horas da tarde (hora local) - momento ideal para entrar na Catedral, sem ter que aguardar numa interminável fila de turistas, não peregrinos, que é habitual existir durante quase todo o dia.
Já podemos entrar sem esperar, há muito pouca gente na rua:

  • muitos já estão na Igreja aguardando a celebração da última Missa do dia (7:30) para assistir em directo ao balancear do imenso "Botafumeiro";
  • muitos mais já se encontram nos bares e bodegas e restaurantes, a beber e comer e mais beber, aguardando a hora do grande desafio de futebol Portugal-Espanha.



segunda-feira, junho 11, 2018

A Fonte 714


Largo do Palácio da Vila, Sintra

Um dia sem obrigações, sem objectivos traçados, parei aqui por acaso numa passeata sem destino e sem pressas.
De repente fiquei a pensar, "Como é possível, eu nunca ter visitado o interior deste palácio?"
Pois... aqui tão perto de casa, um monumento nacional que é - segundo as estatísticas - o Palácio Real mais visitado em Portugal.
Mas ainda não vai ser hoje que vou entrar; não me apetece ser turista; estou numa de descanso, a "estagiar" para a noite de St. António que se avizinha.

sexta-feira, junho 08, 2018

A Fonte 713


É mais uma...

Subindo o vale da Ribeira de Piódão, vindo de Vide, logo após o "Santuário do Xantia", antes do lugar de "Coice de Eira" (que toponímias curiosas), parei pela enésima vez para apreciar calmamente a paisagem do profundo vale e... logo ali perto de mim, do outro lado da estrada, meio encoberta pela vegetação que este ano cresceu bastante, lá estava ela, uma fonte, mais uma, com água.

E pronto, está tudo dito; é assim, quando não tenho tempo para escrever ou quando não consigo concentrar-me para explanar com jeito, uma das muitas ideias que me acorrem à mente inquieta.


quarta-feira, junho 06, 2018

A Fonte 712


São Gião (Oliveira do Hospital)

Parque de merendas, junto à praia fluvial do rio Alva.
Não prometo, pois pode não acontecer, mas se alguma vez aqui voltar num dia de calor, gostava de trazer um "farnel" para depois de dar um banho na água gelada do açude, passar um bom bocado a comer, beber e confraternizar em redor de uma mesa, nas sombras deste frondoso bosque.
Bom... isto são apenas ideias, desencadeadas por memórias de tempos idos, que me ocorrem de quando em vez - esqueço-me que aos 70 anos, já me falta a iniciativa, o estilo, o "à-vontade" do convívio campista de outros tempos.

segunda-feira, junho 04, 2018

A Fonte 711

Senhora das Preces (Aldeia das Dez, Oliv. do Hospital)

À sombra de um centenário Carvalho, certamente a mais impressionante árvore existente no recinto do Santuário.

sexta-feira, junho 01, 2018

A Fonte 710


Coja, Arganil

E mais uma passagem pelo vale do Alva, desta vez, subindo o rio.

Acho que chamam fonte nova, apesar de ser velha esta fonte, não tanto como a Ponte Romana aqui ao lado.

Tem só uma bica e um nicho que abriga uma imagem em pedra, que me parece ser St. António com o menino ao colo.
Ao lado, sobressai a construção mais recente, com os seus arcos quebrados, um tanque que aproveita a água da fonte para lavagens.

quarta-feira, maio 30, 2018

A Fonte 709

Quinta da Regaleira (Sintra)

A primeira obra de arte que me prendeu a atenção, mesmo na entrada do recinto da Quinta.

Não é assim uma coisa extraordinária, mas é interessante esta fonte com o banco de pedra e candeeiro de iluminação acoplados.
É apenas mais uma das coisas fora do comum que podemos encontrar (e apreciar, ou não... depende do gosto e do interesse pessoal) em muitos lugares do misterioso Monte da Lua.

segunda-feira, maio 28, 2018

A Fonte 708

Fonte dos Ibis (Quinta da Regaleira, Sintra)

Hoje estou seco, seco de ideias, de imaginação, tão seco como esta fonte.

domingo, maio 27, 2018

A Fonte 707


Quinta da Regaleira (Sintra)

Não percebo... depois de uma primavera bastante chuvosa, há tanta água a escorrer encosta abaixo desde as nascentes do Monte da Lua e aqui nas bicas, na taça e no tanque deste belo chafariz ornamental, nem uma gota, nem ao menos um fiozinho de água para animar o ambiente?

quarta-feira, maio 23, 2018

A Fonte 706


FORMARIGO (Penalva do Alva, Oliveira do Hospital)

Deveras curioso, o nome deste lugar, por aqui também conhecido como a "Aldeia do Presépio" do Alva.

No varandim da fonte avista-se na encosta, o extraordinário afloramento granítico, no cimo do qual se erigiu um cruzeiro e, numa das plataformas anichadas na rocha pura, a arte popular instalou um conjunto de figuras do presépio.


segunda-feira, maio 21, 2018

A Fonte 705

Santuário Sra. das Preces (Aldeia das Dez, Oliv. do Hospital)

Por onde quer que eu ande, parece que há sempre uma fonte a prender a minha atenção.
A maior parte das vezes são construções simples, sem grande preocupação estética ou artística, visando apenas um objectivo primário - fornecer água corrente a quem dela precisar.


Não é o caso desta "Fonte Monumental" que reúne a estética e a eficácia - as suas três bicas oferecem água corrente com fartura.

sexta-feira, maio 18, 2018

A Fonte 704

Caldas de S. Paulo (Oliveira do Hospital)

Esta fonte não tem história, nem beleza de assinalar, mas a casa em fundo essa sim, tem uma história triste - ardeu por completo.
Aqui mesmo em frente existe hoje um complexo hoteleiro 5 estrelas - um daqueles "aqua SPA heath club e etc., etc." - que aproveita a água da nascente termal que existe no lugar e tira partido da excelente localização na margem do rio Alva.
Quanto à história das termas ou caldas, encontrei os eguinte:

A água é de natureza sulfúrea sódica, hipotermal (26º) e usada no tratamento de "dermatoses" e "reumatismo" e segundo os habitantes do lugar «a água da nascente tem uma característica especial, quando o tempo está bom fica transparente, quando o tempo está mau fica leitosa, mesmo da cor do leite. Quando o céu está limpo fica limpo, quando está para chover muda de cor.»

Noutros tempos os banhos eram dados em casas particulares dos moradores da aldeia, pagando estes, uma percentagem ao concessionário ou rendeiro. Nos anos 60 os banhos custavam aos "aquistas" 5$00 (escudos) - 1$00 pertencia ao concessionário do poço.
Para cada banho eram precisos 7 a 9 cântaros (de 20 litros cada) que eram carregados às costas, num percurso de cerca de 70 m, em ligeira subida, desde o “poço” até ao local do aquecimento, uma caldeira a lenha por detrás da casa.
O número de banhos dependia do próprio "aquista", de como sentia as melhoras, mas era tradição (lenda) que os banhos tinham de ser em número ímpar - 9 , 15 ou mesmo 21.
Cada banho durava cerca de 15 minutos, depois o "aquista" ficava a suar por mais 20 minutos no quarto.

quarta-feira, maio 16, 2018

A Fonte 703

Fonte do Marmeleiro (Aldeia das Dez, Oliv. do Hosp.)

Na travessa do mesmo nome, junto ao lavadouro, onde ainda hoje se mantém o costume de lavar alguma roupa com água e sabão, esfregando na pedra do tanque, como foi o caso destas mantas que podemos ver aqui estendidas sobre o muro, a corar ao sol.


segunda-feira, maio 14, 2018

A Fonte 702

Fonte de St. António (Aldeia das Dez)

Bem, basta de comentários com descrições e impressões pessoais de viajante inveterado ou viciado em viagens - uma espécie de "turista profissional", como já me chamaram.

 Assim digo apenas que a fonte tem inscrita a data de 1892 por cima de dois painéis de azulejo:
  1. um com imagem do Santo, iniciativa dos "Antónios" da Aldeia;
  2. outro com duas quadras populares alusivas a esta fonte.


quinta-feira, maio 10, 2018

A Fonte 701

Chãs d'Égua (Piódão, Arganil)

Acima dos telhados da aldeia que se segura nos socalcos xistosos da íngreme encosta da Serra do Açor, este miradouro é lugar de convívio, posto de turismo e esplanada do café/bar e pequeno restaurante familiar.
Aqui fomos agraciados com o prazer de saborear a "carne à jardineira" do almoço que as donas da casa resolveram partilhar connosco.
Ora bem, as batatas e o feijão verde de produção local conferem um sabor super a este prato típico português que já vai sendo difícil encontrar nos restaurantes.
E tenho que realçar a música ambiente - nada de rádio telefonia ou televisão - uma actuação ao vivo pela jovem estudante de música que, na esplanada, fazia o seu ensaio diário do acordeão.
E ainda uma coisinha extra - a prova do "medronho" caseiro - e mais não digo por causa da "ASAE".
Enquanto isto, ali mesmo ao lado, por entre o casario escorre (é o termo) a Ribeira do Égua ao encontro da Ribeira do Piódão, na foz, que se avista lá em baixo.
Não vi, mas disseram-me que foram descobertas na zona da aldeia algumas pinturas rupestres do Neolítico e da Idade do Bronze.

terça-feira, maio 08, 2018

A Fonte 700


Alvoco das Várzeas (Oliveira do Hospital)

Na margem direita do Rio Alvoco, algures na estrada N230, entre a Ponte das Três Entradas e Vide.
Apesar do costumeiro aviso "Água Não Controlada" estampado na fronte, esta foi a primeira paragem do dia, para reabastecimento de água fresca.
Uma outra placa celebra a passagem do centenário da fonte (24 de Junho de 1995) - portanto, está prestes a cumprir os 123 anos de serviço público - é obra!


domingo, maio 06, 2018

A Fonte 699

Piódão (Arganil)

Água e Xisto na Serra do Açor.
A Primavera chuvosa deste ano, foi excelente para alimentar muitas fontes como esta, com água límpida, leve, "macia", fresca, mais do que isso, fresquíssima.
Tão bem que me soube beber e refrescar a cara - a pele ficou mais suave.
Com origem em pequenas nascentes, vai escorrendo pelos meandros da encosta xistosa.
Ao passar aqui é canalizada de forma simples para a bica da fonte construída com pedra de xisto.
Depois segue encosta abaixo, como Ribeira do Piódão, até encontrar o Rio Alvoco, na Aldeia de Vide, nos limites do Parque Natural da Serra da Estrela.



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