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terça-feira, maio 23, 2017
Pelourinho Desaparecido
CASTELO BOM
(Largo da Igreja)
Neste lugar esteve o símbolo do domínio administrativo e judicial, um pelourinho quinhentista.
1510 - renovação da primitiva Carta de Foral (D. Diniz) por D. Manuel I, englobando as freguesias de Freineda, Naves, São Pedro de Rio Seco e Vilar Formoso.
1834 - extinção do concelho e sua integração no município de Almeida, o provável período de desmantelamento do pelourinho com reutilização dos seus fragmentos (bem como muitos blocos das antigas muralhas do castelo) para compor outras construções na freguesia:
o soco foi integrado nos degraus da igreja e as peças do fuste com fuste (octogonal com 7m de altura) encontram-se a sustentar o alpendre de uma casa particular..
Tratava-se de um pelourinho de gaiola, em tudo semelhante ao que ainda existe em Castelo Mendo.
terça-feira, maio 22, 2012
Passado
(Castelo de Vide)
Passé
Et je vous dis alors : - Ce château dans son ombre
A contenu l'amour, frais comme en votre coeur,
Et la gloire, et le rire, et les fêtes sans nombre,
Et toute cette joie aujourd'hui le rend sombre,
Comme un vase noircit rouillé par sa liqueur.
Victor Hugo
sexta-feira, abril 24, 2009
Liberdade (uma)
LIBERDADE, ANTES CONFUSA QUE NENHUMA!
Ao avistar a cidade (Setúbal) lá em baixo, através desta porta de grades do Castelo de Palmela, volto a lembrar (coincidência) Machado de Assis, com esta sua frase, que se ajusta perfeitamente a este tempo que vivemos. Que, aliás, se ajusta completamente a todo e qualquer tempo que quisermos imaginar. Liberdade, é ou não é, tem ou não tem.
quinta-feira, abril 02, 2009
Porta Aberta

Hoje,
depois de ler "O GOSTO DA ESCRITA", da Maria,
em viagem pelas terras durienses,
depois de ler os "MOMENTOS DA VIDA", do Kim,
em viagem pelas noites parisienses,
depois de ver o "CHE: GUERRILHA", do Benicio del Toro,
em viagem pela história boliviana,
não tenho mais nada a acrescentar e vou sair de mansinho, sem barulho, por esta Porta (Oriental) do Castelo de Palmela, que encontrei aberta...
a fonte 361

PALMELA
Bom, já que estou aqui no terreiro do Castelo, vou recordar um episódio aqui ocorrido ao tempo do Principe Perfeito, el-Rei D. João II:
«O Bispo (de Évora), ao tempo da morte do Duque (de Aveiro), estava com a- Garcia de Meneses, que então era Bispo em Évora.
Rainha, e aí o foi chamar, da parte d’el-rei, o capitão Fernão Martins; e em
saindo fora, foi logo preso e levado com muita gente e muito recado ao Castelo
de Palmela e metido em uma Cisterna sem água que está dentro da Torre de
Menagem, onde daí a poucos dias depois faleceu, e dizem que com peçonha.»
- Garcia de Resende, o Cronista nascido em Évora.
- Bicho de Fotociclista, o Fotógrafo de serviço em Évora.
Obs.:
apesar de (reparei agora) a imagem ser igualzinha à que ilustra a página da Wikipedia, esta foto é minha, captada "in loco" anteontem.
terça-feira, março 24, 2009
a fonte 358
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
Monte Maior
(No fim-de-semana alentejano, o entardecer na Torre do Relógio e arcos do Convento da Saudação, no Castelo de Montemor-o-Novo)
Depois de percorrer os escalavrados caminhos dos viçosos vales em redor do monte furado (Monfurado), fazemos uma paragem no "Rei das Bifanas" para ganhar forças, matar a sede e toca de trepar até ao cimo do monte maior (Montemor) daquelas paragens a Sul do Tejo.
sábado, fevereiro 21, 2009
sexta-feira, agosto 08, 2008
Para Alem da Saudade
Novelo de emoções
Muitas vezes penso: “Como sou frágil,
Deste modo, tão sensível ao desamor;
Tão dependente de vontades alheias;
As emoções embrulhadas em novelo.”
Esta vida não passa de uma ilusão;
A realidade é apenas uma sensação.
Como nas muralhas de um castelo,
As abertas alternam com as ameias.
O sonho funciona com um interruptor,
Que liga e desliga, com um dedo ágil.
("escutando os fados" de Ana Moura,
minha paixão - tardia - de cantora)
Muitas vezes penso: “Como sou frágil,
Deste modo, tão sensível ao desamor;
Tão dependente de vontades alheias;
As emoções embrulhadas em novelo.”
Esta vida não passa de uma ilusão;
A realidade é apenas uma sensação.
Como nas muralhas de um castelo,
As abertas alternam com as ameias.
O sonho funciona com um interruptor,
Que liga e desliga, com um dedo ágil.
("escutando os fados" de Ana Moura,
minha paixão - tardia - de cantora)
domingo, fevereiro 17, 2008
Cedo ou tarde
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
Porta de Amigos

Por esta porta só passam os Amigos.
Entrada do pátio onde se encontra sediada a associação d'Os Amigos dos Castelos, em Lisboa.
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