sábado, maio 17, 2014

Amanhecer CDXIX


Por fim, dois dos três ovos, eclodiram.
Aí estão eles, os pintos de Melro de bicos escancarados, prontos a engolir sem a mais pequena hesitação, tudo o que lhes cair na goela.
Com um ou dois dias de vida, são praticamente transparentes, mal abrem os olhos e ainda não aprenderam a reconhecer o som específico dos seus progenitores, por isso reagem desta maneira a qualquer assobio.

sexta-feira, maio 16, 2014

a fonte 649




Fonte do Leão
(Serra da Falperra)

Nunca digas, desta água não beberei!
Foi o que eu pensei, naquele magnífico dia de primavera, quando me deparei, cheio de sede, com esta exótica fonte no cimo da serra entre Guimarães e Braga.

quinta-feira, maio 15, 2014

a ver navios (132)

Aqui está um (Mein Schiff 2) que eu ainda não tinha visto.
Estive por perto hoje, em Lisboa.
Se quiser, pode saber onde ele se encontra, em qualquer momento, basta clicar no endereço http://tuicruises.com/mein-schiff-2/position/

quarta-feira, maio 14, 2014

A cidade mais

O clima, o ar, a paz, a liberdade, o povo, o Tejo e tudo...
por estas e por outras é que Lisboa é a cidade mais fixe da Europa.

terça-feira, maio 13, 2014

a fonte 648



Pátio dos Bichos

Nos domínios do Palácio de Belém (Lisboa) - residência oficial do Presidente da Republica Portuguesa.

segunda-feira, maio 12, 2014

a ver navios de janela



Uma janela no miradouro de Santa Luzia, em Alfama,
com vista para o maior navio de passageiros do mundo, Queen Mary 2,
atracado no cais de Santa Apolónia - Rio Tejo - em Lisboa.

domingo, maio 11, 2014

A Fonte 647



FONTE DAS CORGAS (*)
(Almargem do Bispo)

Fontanários e tanque para lavagem de roupa, construídos (e reconstruídos em 1978) pelo povo em colaboração com a Junta de Freguesia.
Outro exemplo dos tempos em que se podiam contar mais de cem fontes e chafarizes construídos pelos habitantes dos lugares aqui em redor.

(*) Corga: córrego, arroio, regato, riacho, ribeiro, veio, veia, levada.

sábado, maio 10, 2014

Amanhecer CDXVIII


Ninho e ovos de Melro
Maravilhas da natureza, no emaranhado de ramos, folhas, flores e afiados picos da buganvilia que anima de cor o quintal da minha Casa da Praia.

sexta-feira, maio 09, 2014

Porta da Vila



Faro
Arco da Vila, uma das portas medievais - a mais interessante - de acesso à vila-adentro, a zona antiga da cidade capital do Algarve.

Na fachada, a imagem do padroeiro da cidade - S. Tomás de Aquino.
Lá no cimo, são bem visíveis os largos ninhos e algumas das inquilinas, as Cegonhas que coabitam mais ou menos pacificamente nesta região.

quinta-feira, maio 08, 2014

A Fonte 646


Ourique,
a terra alentejana, onde costumo fazer paragem para almoçar (quase sempre um Ensopado de Borrego) durante as minhas viagens para o Algarve.

Tem um belíssimo miradouro (jardim, castelo) onde se pode apreciar o sossego, espraiar a vista pela paisagem natural do Alentejo, recostado no pedestal da estátua homenagem ao Fundador do Reino de Portugal - D. Afonso Henriques, o Conquistador, o qual, segundo a lenda, terá sido protagonista do Milagre de Ourique, que antecedeu a batalha com o mesmo nome.

Todavia, dizem que o lugar onde terá ocorrido a célebre e importante contenda, se encontra um tanto distante de Ourique, num ermo cabeço lá para as bandas de Castro Verde.
Mas, no fundo o que interessa é que foi esta vitória de Ourique que impôs para todo o sempre as cinco quinas no desenho da bandeira de nacional de Portugal!

quarta-feira, maio 07, 2014

A ver navios e... pouco mais.




Como tem sido, nos últimos meses a actividade, a continuidade daquilo a que se pode chamar a vida deste repositório de escrita e de sentidos que constitui este meu (nosso) blog.

Como esta imagem do rio Tejo, maré vazia, água de cor do chão, cinzenta de cor do lodo, da cor do fundo sem um rasgo de céu azul, tudo igual, cinza sem uma linha limite de horizonte - silêncio ou quase, ruídos abafados, absorvidos pela humidade que envolve tudo.

Como isto não pode continuar assim, há que fazer alguma coisa para mudar - vamos a isso!

Amanhecer DLVIII

COVILHÃ Correndo pelo vale do alto Zêzere Já chegámos? O quê! Ainda não? Então vou dormir mais um bocadinho...